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Um artigo publicado recentemente pela revista Harvard Business Review do Brasil, falou sobre a erradicação da pólio no mundo e sobre como este grande feito foi realizado nos últimos anos através da imunização de populações inteiras em todos os continentes. O autor do artigo, John Hewko, secretário-geral do Rotary Internacional e da Fundação Rotary, compartilhou experiências pessoais extraordinárias e dignas de admiração frente ao projeto.

Hewko afirmou que nos Estados Unidos poucas pessoas pensam e debatem sobre a pólio. O vírus simplesmente desapareceu como as locomotivas e TVs preto e branco. No Brasil não é diferente. A pólio já está extinta há mais de 20 anos e teve seu último caso registrado em 1989, na Paraíba. A erradicação oficial no continente americano veio em 1994.

Em 2014 foram contabilizados 223 novos casos no mundo, representando uma queda de mais de 99% em relação aos 350 mil casos por ano relatados na década de 80.

“Estamos quase lá” na erradicação da pólio – afirmou Hewko em seu artigo. Mas para chegar nesse “quase lá” um longo caminho foi percorrido. Primeiro foi necessário não se limitar e não se intimidar com a magnitude da situação. Dividir o trabalho em partes foi fundamental. Além disso foi necessário fazer com que o objetivo se tornasse uma missão pessoal para cada membro da equipe. Por fim foi imprescindível reconhecer que não é possível realizar nada sozinho.

Olhando a questão hoje em retrospectiva, você, caro leitor, pode até dizer que a erradicação da pólio foi uma decisão óbvia a ser tomada, mas deve concordar que, qualquer iniciativa tão ambiciosa é extremamente difícil e exige coragem.

Mesmo diante de toda dificuldade e complexidade, Hewko afirmou em seu artigo que, quando se tomou a decisão de erradicar a pólio no mundo, três pontos eram favoráveis:

1º - Havia pelo menos um precedente: a erradicação da varíola declarada em 1979 – isso demonstrou que doenças humanas podiam ser vencidas;
2º - Haviam provas de que as vacinas eram eficazes em campanhas de imunização em massa;
3º - O progresso em direção à erradicação podia ser seguramente mensurado semana após semana.

Mesmo diante desses precedentes a empreitada necessitava de habilidades substanciais por parte dos membros da Rotary. No longo processo de erradicação da pólio, os membros da entidade distribuídos em mais de 200 países, chegaram a arrecadar mais de 1,2 bilhões de dólares. Usaram ainda suas capacidades de argumentação para manter pressão sob os governos afim de obterem os recursos necessários. Mas tudo isso não foi suficiente. O mais importante foi o ressoar da missão de prestar serviços humanitários na prioridade pessoal de cada membro. Neste ponto Hewko arremata: “se você quiser enfrentar uma tarefa que vai demorar um quarto de século para se completar, transformar objetivos em missão pessoal é um ponto importante”.

Hewko lembra que é difícil descrever a sensação que sentiu quando ele e a esposa tiveram frente à primeira oportunidade de vacinar crianças durante uma campanha de imunização em Mumbai na Índia. A primeira criança que ele imunizou era uma menina de 2 anos. A lembrança de encontrar os olhos daquela criança, no momento em que colocou a vacina em sua boca, ficou registrada na memória de Hewko, nas palavras dele, “para sempre”.

Apesar do compromisso, que perdura há 25 anos, ser um motivo de orgulho, a quase erradicação da pólio no mundo não foi um trabalho isolado do Rotary. A cooperação com os governos ao redor do mundo, a parceria com a Fundação Bill & Melinda Gates, a parceria com a Fundação das Nações Unidas e outras organizações filantrópicas privadas, foram essenciais no processo.

O artigo de Hewko finaliza enfatizando que, cada parceiro levou suas habilidades especiais, assumindo responsabilidades específicas. Somente dessa forma foi possível transformar um conceito inconcebível – a erradicação global de uma doença horrível – em uma meta alcançável.

A farmácia passa por um processo amplo e ambicioso de transformação. Como transformar esse conceito do novo farmacêutico, para muitos ainda inconcebível, em uma meta alcançável?

Tags: medicamentos, consultório farmacêutico, farmácia clínica

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