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Exposição sobre URM chega aos principais pontos de São Paulo

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Mais de 120 mil pessoas já visitaram a exposição sobre Uso Racional de Medicamentos (URM), idealizada pelo ICTQ - Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico. O evento que já passou por mais de 18 localidades no Brasil. A edição mais recente aconteceu no Conjunto Nacional – um prédio significativo, reconhecido como marco cultural, no coração da Avenida Paulista, com aproximadamente 150 mil m² de área construída, inaugurado em 1958.

Por conta da importante projeção que essa exposição proporcionou, o evento também será levado para o Poupatempo, que é um importante órgão de assistência social do Governo do Estado de São Paulo. A partir dos próximos meses a exposição sobre o URM estará nas principais unidades do Poupatempo na capital paulista.

Vale lembrar que a prática da automedicação atinge 76,4% da população, segundo estudo do ICTQ. Diante dessa realidade, a instituição desenvolveu sua Exposição Cultural sobre o Uso Racional de Medicamentos com o objetivo de informar e conscientizar os usuários sobre os riscos do consumo de medicamentos sem orientação de um farmacêutico.

“Essa iniciativa, dentre outras que fundamentam nossa responsabilidade social, é considerada a mais importante, uma vez que a cultura da automedicação e a falta de controle sobre a venda de medicamentos em farmácias são fatores que colocam em risco a vida de milhares de pessoas em todo o País”, fala o fundador do ICTQ e idealizador do projeto, Marcus Vinicius de Andrade.

Esse projeto demonstra o compromisso social da entidade, já que no Brasil os medicamentos isentos de prescrição (MIPs) dispensam a apresentação da receita, mas não dispensam a orientação profissional, o que pode ocasionar riscos com a automedicação. Isso se torna um problema grave de saúde pública, já que os MIPs correspondem a 65% do mercado de medicamentos, segundo informe do Conselho Nacional de Saúde.

Tanto é que, no calendário oficial do Ministério da Saúde, está prevista uma série de ações para lembrar o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos. No Brasil, diversas entidades se mobilizam com o objetivo de informar e conscientizar a sociedade sobre os riscos da automedicação e suas implicações. 

O objetivo do instituto em apresentar a exposição é informar a população sobre os riscos da automedicação sem a orientação de um farmacêutico. Com isso, ela é capaz de chamar a atenção e provocar reações diversas de sua audiência.

 “O ICTQ investe pesado em projetos que visam ao desenvolvimento de ações voltadas à saúde e bem-estar da população. São atividades atemporais com o objeto social de promover educação das pessoas com relação ao uso correto dos medicamentos. É o que denominamos educação em saúde na assistência farmacêutica”, destaca Andrade.

Andrade ressalta que a assistência farmacêutica é um conjunto de ações voltadas à promoção, à proteção e à recuperação da saúde, tanto individual como coletiva, tendo o medicamento como insumo essencial, que visa promover o acesso e o seu uso racional. Ele lembra também da Política Nacional de Medicamentos (Portaria 3.916/98) que tem como propósito garantir a necessária segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos, a promoção do uso racional e o acesso da população àqueles considerados essenciais.

“A cultura da automedicação e a falta de controle sobre a venda desses produtos em farmácias e drogarias são fatores que comprometem toda a cadeia de vigilância sobre sua produção e utilização no País”, alerta Andrade.

Sucesso em todo Brasil

Essa exposição já percorreu cidades como Anápolis (GO), Goiânia (GO), Bauru (SP), Campinas (SP), São Paulo (SP), João Pessoa (PB), Rio Branco (AC), Belo Horizonte (MG) e Natal (RN).

O projeto é composto de 12 painéis ilustrativos contendo charges exclusivas com mensagens didáticas e criativas. A exposição é rica em conteúdo e, apesar de sua abordagem lúdica, desperta a reflexão sobre a seriedade do tema.

A relevância da exposição está no esclarecimento proporcionado. A falta de controle sobre a venda de medicamentos em farmácias é fator preocupante. O uso indiscriminado de medicação causa graves riscos à saúde. As localidades que receberem a exposição tiveram a oportunidade de despertar nos seus visitantes a reflexão sobre a seriedade e os riscos do consumo irracional de medicamentos. “O humor presente nas charges é uma maneira de aprender brincando”, afirma uma das visitantes da exposição em Anápolis (GO), a estudante de Biomedicina, Raquel Leal.

Segundo o representante da OAB da Paraíba, o advogado, João Peixoto Neto, as mensagens lúdicas veiculadas pelos trabalhos expostos, proporcionaram educação, cultura e formação de uma postura farmacêutica mais racional e responsável. “Todos os cidadãos foram beneficiados pela participação na exposição, a partir do contato visual com as imagens e a interação com as equipes das instituições promotoras dos eventos, por meio de esclarecimentos e informações prestadas”. A exposição se concretizou na Paraíba graças à parceria entre o ICTQ, a Comissão de Direito Sanitário e Biodireito da OAB-PB e a Escola Superior do Ministério Público - FESMIP-PB.

Já para o farmacêutico, João Valentim de Oliveira, que é proprietário da Majister consultoria e assessoria farmacêutica e foi o apoiador da exposição em Bauru (SP), a o projeto mostrou a importância do profissional farmacêutico na saúde. “O evento é fundamental no sentido de orientar os visitantes sobre o uso correto de medicamentos e sobre como descartá-los de maneira adequada. A exposição disponibilizou ainda informações sobre os serviços farmacêuticos que nós, profissionais, somos habilitados a prestar aos pacientes dentro do estabelecimento”.

Andrade afirma que há dois aspectos muito importantes nas questões relacionadas à automedicação no País: “O primeiro trata de uma problemática de saúde pública e que precisa de soluções imediatas. O segundo é que este mesmo problema representa, principalmente para os farmacêuticos, uma oportunidade de ganhar espaço e visibilidade como profissionais promotores de saúde dentro das farmácias e drogarias”.

“Quando realizamos a expo como o ICTQ em Goiás, foi a primeira vez que fizemos algo dessa magnitude. O objetivo foi mostrar à sociedade que o trabalho do farmacêutico tem valor e que sua atuação é que faz a farmácia ser um estabelecimento de saúde”, comentou a então presidente do Sinfar-GO e atual presidente do CRF-GO, Lorena Baia.

Trabalho voluntário

A exposição realizada em São Paulo teve uma característica diferenciada das demais. No Conjunto Nacional houve a participação de profissionais farmacêuticos voluntários que se dispuseram a dar importantes informações sobre o uso correto de medicamentos para o público presente.

O apoio desses voluntários farmacêuticos e estudantes de Farmácia ocorreu em razão da troca de experiência que o projeto oferece, além do efeito positivo como hora complementar e atividade no currículo. Além disso, eles receberam um certificado de participação.

A farmacêutica, Eliana Oliveira Sousa, trabalhou na exposição como voluntária e disse que a linguagem das charges é a realidade de muitos brasileiros: “As pessoas se identificaram com os desenhos ou se lembraram de amigos e parentes. Cada um elegeu aquele que mais gostou. Tiraram fotos para postar nas próprias redes sociais e pediram orientações”.

Outra farmacêutica voluntária, Hellen Madeira da Silva, afirmou: “Ouvi muitos dizerem que já fizeram o uso de medicamento por conta própria ou por indicação de terceiros, e outros falaram que não tomam medicamentos sem antes passar em consulta, pois, eles possuem algum problema de saúde e não se automedicam por medo”.

Para essa oportunidade de voluntário o ICTQ recebeu uma média de 100 interessados, oportunidade que se estenderá para outros profissionais durante as próximas apresentações em diferentes pontos da capital paulista, conforme disponibilidade. Os interessados podem buscar informações junto à Instituição, pelo e-mail eventos@ictq.com.br.

Êxito na organização

O ICTQ estabeleceu importantes parcerias para a realização das exposições no decorrer dos últimos seis anos. Mediante a proposta da exposição, o coordenador de relacionamento e marketing do ICTQ, Guilherme Garcia Lima, contou que um representante do Poupatempo passou pela exposição realizada no Conjunto Nacional e demonstrou interesse em levá-la para as unidades do Poupatempo na capital paulista. “A proposta é expor o material do ICTQ por quinze dias em diversas localidades. Em Guarulhos o evento acontecerá entre 2 e 15 junho, depois será na unidade da Sé. Estamos alinhando com o órgão para expor em Itaquera também”, falou Lima.

Lima informou que a partir dos próximos meses a exposição do ICTQ sobre URM estará em outros principais centros de circulação urbana da cidade, para levar, mais uma vez e durante todo o ano, a orientação sobre o uso racional de medicamentos.

Exposição na imprensa

De cunho estritamente social e acadêmico, a exposição tem recebido importante repercussão na sociedade e na mídia nacional e é a maior campanha de conscientização sobre o uso racional de medicamentos realizado por uma instituição de ensino privada no Brasil.

Entre os meios de comunicação que vêm divulgando a Exposição Cultural do ICTQ nas diferentes cidades onde ela já percorreu estão a Folha de  S.Paulo, Portal UOL, Rede Globo (JPB 2º Edição), Portal G1, Jornal Paraíba Total, Jornal da Paraíba, Portal Administradores.com, entre outros.

Como tudo começou

A exposição nasceu online, em fevereiro de 2014. Suas charges originais transmitiam aos consumidores nas redes sociais uma mensagem descontraída, porém, educativa, e conscientizavam sobre os cuidados essenciais no consumo de medicamentos. Por conta do sucesso do projeto, a exposição online ganhou as ruas em maio de 2014, tonando-se apresentação física das charges nos shoppings e pontos de maior circulação nas principais capitais do Brasil.

Na época de sua criação, ela se baseou nos resultados de uma pesquisa realizada pelo ICTQ, em parceria com o Datafolha, sobre o Uso Racional de Medicamentos no Brasil. O estudo descobriu que 76,4% dos brasileiros consumiam medicamentos por conta própria e por indicação de familiares e amigos.

Os dados apontaram ainda que 32% dos entrevistados aumentavam a dosagem para conseguir um efeito mais rápido do medicamento. Outra informação alarmante indicava que 22,6% dos entrevistados haviam tido algum tipo de reação adversa após o consumo inadequado dos remédios. E que 40% faziam o auto diagnóstico usando a internet.

As principais edições da exposição já realizadas:

- Exposição URM em Bauru  (SP) – Boulevard Shopping Nações Unidas

- Exposição URM em João Pessoa (PB) – Manaíra Shopping Center

- Exposição URM em João Pessoa  (PB) – Tambiá Shopping

- Exposição URM em Goiânia (GO) – Parceria com o SINFAR-GO (Shopping Passeio das Águas)

- Exposição URM em Natal (RN) – Parceria com o SINFARN e CRF-RN (Praia Shopping)

- Exposição URM em Natal (RN) – Parceria com o SINFARN e CRF-RN (Partage Norte Shopping)

- Exposição URM em Campinas (SP) – Shopping Prado Boulevard

- Exposição URM em São Paulo (SP) – Conjunto Nacional

- Exposição URM em Anápolis (GO) – Sede do ICTQ

- Exposição URM em Anápolis (GO) – Kaoa Hyundai

- Exposição URM em Anápolis (GO) – Universidade Estadual de Goiás – UEG

- Exposição URM em Anápolis (GO) – Brasil Park Shopping

- Exposição URM em Contagem (MG) – Big Shopping

- Exposição URM em Rio Branco (AC) – SindFac

Os farmacêuticos de todo o País interessados em levar a exposição para suas respectivas cidades, podem enviar um e-mail para eventos@ictq.com.br com informações da cidade onde reside e do contato telefônico.

Tags: automedicação, medicamentos, valorização farmacêutica

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