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A regulamentação de biossimilares é debatida em Brasília – DF

A Capital Federal foi palco do 8º Fórum Latino-Americano de Biossimilares e o 9º Fórum Brasileiro de Biossimilares, (FLAB), realizado no Brasil 21 – Centro de Convenções. O FLAB registrou a presença de mais de 500 profissionais de saúde em cada encontro, discutindo a comercialização de novos fármacos biossimilares, e também as questões regulatórias, científicas, mercadológicas e educacionais, relacionadas aos medicamentos biossimilares.

Exposição sobre URM chega aos principais pontos de São Paulo

Mais de 120 mil pessoas já visitaram a exposição sobre Uso Racional de Medicamentos (URM), idealizada pelo ICTQ - Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico. O evento que já passou por mais de 18 localidades no Brasil. A edição mais recente aconteceu no Conjunto Nacional – um prédio significativo, reconhecido como marco cultural, no coração da Avenida Paulista, com aproximadamente 150 mil m² de área construída, inaugurado em 1958.

Farmacêutica revoluciona a embalagem de medicamentos com nanotecnologia

Apesar de ainda engatinharmos na manipulação da matéria em escala atômica e molecular, engana-se quem acredita que a nanotecnologia é exclusiva para áreas distantes do nosso dia a dia. Hoje, ela já está presente em secadores de cabelo, no para-choque do carro, no creme dental e na embalagem de remédios, por exemplo.

Izabel Fittipaldi formou-se em Farmácia na USP, atualmente ela é sócia do irmão Hamílton Viana, um químico pós-doutor em engenharia de materiais, na Protect Mais, empresa localizada em São Paulo. Os dois desenvolveram, com a ajuda da nanotecnologia, o papel blíster, que é um papel impermeabilizado com nanotecnologia que permite substituir o alumínio utilizado no blíster das embalagens de medicamentos. O material é uma espécie de tinta que quando aplicada a uma folha de papel, assume a função impermeabilizante.

Gerenciamento de Categorias em Farmácias busca promover mais venda de MIP's

Os especialistas em gerenciamento por categorias (GC) concordam: a manutenção, da maneira correta, dos Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs) e de produtos de Higiene Pessoal e Cosméticos (HPC) no autosserviço aumenta a compra por impulso e, consequentemente, o faturamento do ponto de venda (PDV). Apesar disso, a maioria dos PDVs mantém cerca de 70% da categoria dos MIPs longe das mãos do consumidor, ou seja, confinados atrás do balcão. Esta é a conclusão da pesquisa realizada pela Hypera.

Impostos sob medicamentos podem chegar ao fim

Está tramitando no Plenário do Senado uma proposta de emenda à Constituição (PEC 115/2011) para proibir a incidência de impostos sobre medicamentos de uso humano. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), a carga tributária em cima desses medicamentos é de 33,87% e, se aprovada a emenda, a redução dos impostos seria de forma gradativa. O texto da emenda explicou que as indústrias teriam cinco anos para a retirada total das contribuições federais e taxas, com redução de 20% ao ano até chegar aos 100%.

Medicamentos em supermercados: os prós e os contras

Farmacêutico, o que você acha da venda de medicamentos em supermercados? Seria uma nova oportunidade de trabalho ou simplesmente uma afronta à profissão farmacêutica? Pois saiba que, na contramão das orientações das maiores organizações de saúde do mundo, volta à pauta, no Brasil, uma discussão sepultada várias vezes no Congresso Nacional: o Projeto de Lei (PL) 9.482/18, que requer a autorização para a venda de medicamentos no varejo alimentar.

O eterno dilema da logística reversa de medicamentos

Nas últimas décadas, a sociedade vem se destacando pelo consumo exacerbado, seja em virtude do crescimento populacional, dos avanços da ciência e/ou da expansão da indústria. Esse comportamento faz com que sejamos reconhecidos, ao limiar do século XXI, como a civilização dos resíduos, marcada pelo desperdício e pelas contradições de um desenvolvimento industrial e tecnológico sem precedentes na história da humanidade.

Os desafios da Anvisa frente aos medicamentos biológicos e biossimilares

No último dia 22 de fevereiro, o jornal Folha de S.Paulo promoveu o Fórum sobre Medicamentos Biológicos e Biossimilares, no Museu da Imagem e do Som, na capital paulista. O debate sobre a regulamentação desses medicamentos avançou. Os principais temas debatidos foram os problemas da substituição automática de fármacos biológicos pelos biossimilares correspondentes, a farmacovigilância e também a regulação de como levar esses medicamentos para toda a população.

Qual será o final da novela da rastreabilidade de medicamentos?

Entra ano...sai ano. Entra uma lei...sai essa lei. Rastreabilidade de medicamentos é uma realidade...rastreabilidade vira uma promessa! Isso vem se repetindo... e a pergunta que não quer calar é: essa novela terá um final feliz? Não se sabe ao certo a resposta...o que se sabe é que outubro de 2018 é o prazo final para o projeto piloto da rastreabilidade de medicamentos no Brasil. A partir daí...muita água irá passar por baixo dessa ponte. O que o segmento deve esperar?

Se você quer fazer algo realmente grande

Um artigo publicado recentemente pela revista Harvard Business Review do Brasil, falou sobre a erradicação da pólio no mundo e sobre como este grande feito foi realizado nos últimos anos através da imunização de populações inteiras em todos os continentes. O autor do artigo, John Hewko, secretário-geral do Rotary Internacional e da Fundação Rotary, compartilhou experiências pessoais extraordinárias e dignas de admiração frente ao projeto.

Transporte de vacinas – o que você precisa saber

Um dos tipos de transporte mais sensíveis na área farmacêutica é o de produtos biológicos, que incluem todos os tipos de vacinas. Segundo o Guia para a Qualificação de Transporte de Produtos Biológicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicado em 2017, “medicamentos biológicos são constituídos por moléculas proteicas altamente complexas, cuja atividade biológica é dependente da sua integridade estrutural. Tanto a instabilidade química quanto a física podem contribuir para uma perda de atividade”. Ou seja, qualquer problema que possa afetar a estabilidade do produto pode resultar na sua inutilidade.

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