Autodiagnóstico Médico no Brasil - Pesquisa na íntegra

A automedicação, historicamente, tem sido foco da atenção de farmacêuticos, médicos e outros profissionais de saúde, que veem essa atitude (comum entre seus pacientes) engrossar as estatísticas de problemas relacionados a medicamentos. Por conta disso, desde 2016, o ICTQ - Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico, de forma pioneira no Brasil, tem lançado luz sobre um novo comportamento na saúde pública - o autodiagnóstico - e que também culmina na automedicação.

Como os farmacêuticos devem votar?

Acredito que a curiosidade lhe trouxe até este artigo, afinal o tema é, no mínimo, polêmico. Em tempos de lava-jato e de corrupção escancarada, torna-se cada vez mais difícil desenvolver um debate político sério, não partidário, produtivo e baseado em propostas. O clima de animosidade tomou conta da vida real e, consequentemente, da virtual. No momento em que você lê este artigo, outras 10 pessoas que não se deram ao trabalho de iniciar a leitura destilam sua ira em relação a algum candidato presidencial, apresentado propositalmente na imagem que ilustra esta coluna. A intenção de estampar a coluna com alguns presidenciáveis foi justamente essa: gerar engajamento. Porém, antes de desenvolver meu artigo, façamos um alinhamento de expectativas: leia novamente o título da matéria. Isso mesmo, não iremos nos ater a nomes. O importante não é em quem votar, mas COMO VOTAR.

E SE A LAVA-JATO FOSSE NO MERCADO FARMACÊUTICO?

No dia 17 de março de 2014 foi deflagrada a primeira fase do que conhecemos hoje como “Operação Laja Jato”. Naquele dia não fazíamos ideia da catarse que este conjunto de investigações, conduzidas pela Polícia Federal, causaria no país. As 47 fases da operação autorizada pelo Juiz Sérgio Moro terão lugar garantido nas páginas dos livros de história.

Farmacêutica revoluciona a embalagem de medicamentos com nanotecnologia

Apesar de ainda engatinharmos na manipulação da matéria em escala atômica e molecular, engana-se quem acredita que a nanotecnologia é exclusiva para áreas distantes do nosso dia a dia. Hoje, ela já está presente em secadores de cabelo, no para-choque do carro, no creme dental e na embalagem de remédios, por exemplo.

Izabel Fittipaldi formou-se em Farmácia na USP, atualmente ela é sócia do irmão Hamílton Viana, um químico pós-doutor em engenharia de materiais, na Protect Mais, empresa localizada em São Paulo. Os dois desenvolveram, com a ajuda da nanotecnologia, o papel blíster, que é um papel impermeabilizado com nanotecnologia que permite substituir o alumínio utilizado no blíster das embalagens de medicamentos. O material é uma espécie de tinta que quando aplicada a uma folha de papel, assume a função impermeabilizante.

O mapa do diabetes no Brasil

Dados da Federação Internacional de Diabetes - IDF mostraram que em 2017, 12,5 milhões de pessoas já eram diabéticas no Brasil. Segundo a mesma estimativa da Federação, no mundo já existem 400 milhões de diabéticos. Considerando que essa é uma doença crônica e progressiva, a estima-se que neste mesmo período mais de 16,8 milhões de brasileiros tenham desenvolvido o estágio inicial desta doença, mas apenas 1/3 destes pacientes foram diagnosticados.

Pesquisa - Autodiagnóstico Médico no Brasil (2018)

Pesquisa - Tabela de preços para aferição de glicemia em farmácias e drogarias (2018)

Pesquisa – Demanda de exames laboratoriais em farmácias e drogarias (2018)

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