Farmacêutico que destruiu vacinas nos EUA acredita que a Terra é plana

Farmacêutico que destruiu vacinas nos EUA acredita que a Terra é plana

O farmacêutico, Steven Brandenburg, responsável pelo turno da noite do Aurora Medical Center, em Wisconsin, nos Estados Unidos, se tornou notícia em todo o mundo após destruir propositalmente 57 frascos (cada um com 10 unidades) da vacina contra o novo coronavírus (Covid-19), desenvolvida pela farmacêutica Moderna. Segundo o FBI, no decorrer das investigações foram descobertas algumas curiosidades sobre o caso, pois, o profissional acredita em teorias da conspiração, fato que o motivou a danificar o imunizante.

Segundo as autoridades, Brandenburg confessou seus atos e disse acreditar que a Terra é plana, além disso, ele temia que a vacina tornaria as pessoas inférteis e que sua administração seria usada para implantar microchips em quem fosse imunizado. 

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Essas crenças do farmacêutico foram reveladas no Tribunal, pelas autoridades americanas, depois de uma busca em alguns de seus pertences, como telefone e computador, por exemplo. “Brandenburg estava muito envolvido em teorias da conspiração”, revelou a técnica de farmácia do Aurora Medical Center, Sarah Sticker, à polícia local.

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Confissão

Após o caso se tornar público, o farmacêutico assinou um acordo de confissão afirmando que agiu de propósito, quando retirou os 57 frascos do imunizante da Moderna do armazenamento refrigerado, pois, tinha conhecimento de que tornasse o medicamento inutilizável, em dezembro de 2020.

"Brandenburg é investigado por duas acusações de tentativa de adulteração de produtos de consumo, com descuido imprudente pelo risco de outra pessoa ser colocada em perigo de morte ou lesão corporal. Ele concordou em se declarar culpado das acusações, que pode levar a uma pena máxima de dez anos de prisão", explicou o Departamento de Justiça de Wisconsin, em comunicado à imprensa, segundo matéria publicada na CNN.

Entre os documentos indexados ao processo, há e-mails em que o farmacêutico confessa sua culpa: “Fiz isso com o objetivo de permitir que a vacina ficasse fora da faixa de temperatura para que não fosse eficaz”, disse Brandenburg, em uma mensagem encaminhada aos investigadores do Advocate Aurora Health. Ele ainda destacou que acreditava que a vacina “seria prejudicial para os indivíduos que a recebessem”.

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