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 Pesquisa aponta ligação entre benzodiazepínicos e risco de demência em usuários frequentes

Pesquisa aponta ligação entre benzodiazepínicos e risco de demência em usuários frequentes

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Um estudo publicado no Journal of Alzheimer's Disease investigou a relação entre o uso de medicamentos para dormir e o risco de demência. Pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) conduziram a pesquisa que revelou um aumento significativo no risco de demência entre aqueles que frequentemente utilizam esses medicamentos. Curiosamente, a frequência de uso e o tipo de medicamento foram identificados como fatores críticos nesta correlação.

CEO da Weleda, Maria Claudia Villaboim Pontes compartilha desafios e conquistas da sua jornada na indústria

CEO da Weleda, Maria Claudia Villaboim Pontes compartilha desafios e conquistas da sua jornada na indústria

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É inspirador conhecer e destacar trajetórias tão marcantes que conseguem transformar o mercado e a sociedade. Por isso, por conta do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, conversamos com a CEO da Weleda no Brasil e América Latina, Maria Claudia Villaboim Pontes, cuja carreira é marcada pela inovação e pelo compromisso com a saúde e o bem-estar. Em entrevista ao  ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico, ela compartilha sua jornada desde o balcão de farmácia até a liderança de uma multinacional, ressaltando o papel das mulheres na indústria farmacêutica e os desafios e conquistas da sua trajetória.

BNDES aprova valor recorde para inovação na indústria farmacêutica em 2024

BNDES aprova valor recorde para inovação na indústria farmacêutica em 2024

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O financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à indústria farmacêutica brasileira atingiu nível recorde no primeiro semestre deste ano. As aprovações para o setor alcançaram o maior valor desde 1995 e somam R$ 2 bilhões até meados de julho. Os números, antecipados ao Valor, serão divulgados pelo banco de fomento nesta quinta-feira (18).

Indústrias Farmacêuticas brasileiras se preparam para explorar 1,5 mil patentes que expiram até 2030

Indústrias Farmacêuticas brasileiras se preparam para explorar 1,5 mil patentes que expiram até 2030

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A indústria farmacêutica nacional se prepara para explorar o fim de patentes de pelo menos mil produtos nos próximos cinco anos, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina (Abifina). A entidade não tem uma estimativa exata de qual é o mercado potencial a partir de 2030, mas o presidente-executivo Andrey Freitas acredita que o horizonte seja de “centenas de milhões de reais”. “Essa é uma estimativa conservadora e não considera o desenvolvimento de várias cadeias relacionadas, como de embalagens e infraestrutura de fábricas, que nem temos como quantificar”, afirma ao Valor.

Ministério da Saúde emite alerta sobre risco de febre oropouche em grávidas

Ministério da Saúde emite alerta sobre risco de febre oropouche em grávidas

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O Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o risco de febre oropouche para mulheres grávidas. Segundo nota técnica, há risco de transmissão vertical, isto é, da gestante para o feto. Por isso, a pasta pediu às unidades da federação que intensifiquem a vigilância em saúde sobre a possibilidade.

Pesquisa aponta que pós-graduados recebem quase o dobro do salário

Pesquisa aponta que pós-graduados recebem quase o dobro do salário

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Com o crescimento do número de brasileiros com ensino superior completo e o aumento na oferta de cursos nos últimos anos, o Brasil observa uma mudança no mercado de trabalho. Segundo um levantamento feito pelo economista Naercio Menezes Filho, pesquisador do Insper, o rendimento médio de quem vai além da graduação chega a R$ 11.539 — quase o dobro de quem apenas concluiu o ensino superior (R$ 6.160).

Os números mostram que cursar a graduação ainda traz ganhos. O rendimento de quem terminou os estudos no ensino médio é de R$ 2.655. Mas a diferença salarial entre os dois níveis de instrução encolheu: em 2001, era de 2,5 vezes e, agora, de 2,3 vezes. A mudança não é à toa. No início dos anos 2000, o país tinha apenas 6% da população com ensino superior completo. Hoje, essa fatia está em 20%.

— Até 2011, você tinha 10% das pessoas adultas com ensino superior. Quem tinha ensino superior, tinha diferencial de salário mais alto e maiores possibilidades de progressão na carreira. Mas, a partir daí, começam a aumentar as matrículas nas universidades, e o diferencial começa a cair em relação ao ensino médio. O que começa a aumentar é a pós-graduação — diz Naercio, lembrando que 1% da população concluiu essa etapa no país: — É importante pensar o mercado de trabalho como uma corrida entre tecnologia e educação. Quando a tecnologia aumenta, vai requerendo mais qualificação, e o salário sobe. Quando a oferta educacional aumenta, o salário cai.

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‘Lifelong learning’
Marcelo Neri, economista da FGV, avalia que os ganhos dos pós-graduados vão além do salário e incluem maiores chances de ocupação, formalidade e benefícios. Para ele, a escassez de mão de obra gera uma espécie de “prêmio educacional” para quem consegue chegar aos níveis de estudo demandados pelo mercado. Ele pondera que esta nova realidade requer que o profissional continue a estudar mesmo depois de conquistar uma vaga, o chamado "lifelong learning":

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— Você não estuda para depois trabalhar, você trabalha e estuda, e a pós-graduação está no meio desse processo de conciliar trabalho e estudo.

Essa nova dinâmica já foi incorporada aos processos seletivos. Na Subsea 7, empresa de serviços de engenharia submarina para a indústria de energia, a pós-graduação é considerada diferencial na hora da contratação, principalmente em cargos gerenciais, de finanças e engenharia.

— São pessoas mais bem equipadas para tomar decisões e trazer potenciais soluções para problemas complexos. Hoje se fala muito nas organizações sobre a necessidade de o profissional se manter aprendendo continuamente e estar sempre se capacitando. A gente vê valor nisso — diz Alessandra Nogueira, diretora de RH da empresa.

A empresa oferece programa de educação continuada, no qual patrocina até 50% do valor dos cursos de pós, mestrado e doutorado para funcionários selecionados.

No caso da Nestlé, há incentivo à capacitação e oferta de recursos internos para o desenvolvimento profissional. A empresa oferece o programa Talent Hub, no qual o profissional pode escolher o tipo de curso e área e escolher entre formações de curta duração ou de longa duração, como uma pós-graduação.

— A pós-graduação e outras formações mostram o quanto o candidato é comprometido com o desenvolvimento constante nos estudos. Acreditamos no conceito de lifelong learning, e encorajamos — diz Izabel Azevedo, diretora de Talento e Cultura da Nestlé.

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Disposição

Essa disposição para voltar para a sala de aula é citada pelo pró-reitor da FGV, Antonio Freitas, como um traço comum dos estudantes da pós-graduação:

— Pessoas já muito bem colocadas no mercado, até diretores de empresas, buscam o mestrado e o doutorado profissional. Está cheio de alunos em posições boas, mas querem adquirir base para seu crescimento. A pós passou a ter diferencial significativo.

Essa capacidade de continuar a aprender é considerada uma vantagem na seleção de candidatos, diz Laís Vasconcelos, gerente da consultoria de recrutamento Robert Half. Ela afirma que o importante é seguir em atualização, seja por meio de pós ou cursos livres.

No Ibmec, houve aumento em 2024 na procura pela pós-graduação presencial. A maior demanda está em programas executivos, voltados a diretores e CEOs, sobretudo MBAs nas áreas de tecnologia, como IA, data science e big data aplicados a negócios.

— O aluno da pós-graduação busca capacitação maior do ponto de vista técnico. Ele quer ter acesso a conhecimentos e práticas que não teve na graduação e que são conhecimentos que vão possibilitar ter promoção ou mudar de carreira, conseguir um cargo com salário mais alto — explica Paula Steban, diretora de ensino do Ibmec.

De acordo com a universidade, em 2024, a busca pelos cursos ligados a tecnologia cresceu quase 60%.

Transformação digital
Para Patricia Suzuki, diretora de Recursos Humanos da Redarbor, grupo dono da Catho, a valorização da pós-graduação está ligada ao aumento da complexidade dos cargos, impulsionado pela transformação digital, que exige profissionais mais qualificados, e que torna a especialização um diferencial competitivo:

— Isso não significa a desvalorização do ensino superior, mas a elevação do nível de exigência em função da competitividade do mercado.

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Depoimentos
‘Os planos de carreira para pessoas que têm especialização são muito melhores’
Matheus Viug, de 30 anos, é historiador. Em 2024, concluiu o mestrado profissional em Ensino de História. A motivação foi a vontade de seguir estudando e o efeito positivo no desenvolvimento profissional. Para ele, instituições de ensino de maior prestígio dão prioridade a profissionais especializados e isso acaba sendo um diferencial no mercado de trabalho:

— Nas melhores escolas e universidades, não existe espaço para quem não busca se desenvolver academicamente. Postos de trabalho considerados ‘de elite’ exigem profissionais mais qualificados.

‘Fiz a pós, estou concluindo o mestrado e já tenho nos meus planos uma ideia para o doutorado’
Servidora pública do Rioprevidência desde 2010, Bárbara Rodrigues, de 49 anos, é dentista e tem pós-graduação em Recursos Humanos. Ela entrou no serviço público para um cargo de especialista em previdência social e conta que, no órgão em que atua, pessoas com doutorado podem ter aumento na remuneração de até 40%.

— Essa melhoria na renda é uma maneira de fazer com que nós continuemos a nos especializar e desenvolver profissionalmente. Eu fiz a pós, estou concluindo o mestrado e já tenho nos meus planos uma ideia para o doutorado. E, quando fazemos isso, desenvolvemos também pesquisas na área e mais conhecimento — conta.

‘Título foi um diferencial para chegar ao meu cargo e me deu vantagem em relação aos concorrentes’
A engenheira química com mestrado Thaiane Nolasco, de 35 anos, avalia que a pós-graduação foi fundamental em sua trajetória profissional e que abriu caminho para que ela tenha conquistado hoje melhor remuneração. Na avaliação dela, o mercado de engenharia tem dado sinais de valorização para pesquisa e desenvolvimento, e profissionais com especialização são mais requisitados.

— O título que eu tenho foi um diferencial para chegar ao meu cargo. Isso me fez ter vantagem em relação aos demais concorrentes porque eu conseguia dominar certas técnicas que a maioria não consegue — afirma.

Os planos de carreira para pessoas que têm especialização são muito melhores, com possibilidade de uma remuneração melhor.

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Com IA, plataforma identifica leucemia em hemogramas e pode economizar R$ 300 milhões ao SUS

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Um grupo de médicos pernambucanos tem o objetivo de transformar como funciona a triagem de doenças do sangue no Sistema Único de Saúde (SUS). A startup HemoDoctor desenvolveu uma plataforma baseada em inteligência artificial (IA) que consegue analisar hemogramas automaticamente, assim como levantar hipóteses diagnósticas e sugerir exames complementares.

Disputa entre INPI e Novo Nordisk limita acesso a canetas emagrecedoras no Brasil

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Uma disputa envolvendo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e a farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk reacendeu o debate sobre extensões de patentes farmacêuticas no Brasil. Em jogo está a exclusividade da molécula liraglutida, princípio ativo das conhecidas “canetas de emagrecimento” comercializadas como Victoza e Saxenda.

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A conciliação medicamentosa é um instrumento de segurança, que garante a continuidade e a adequação da terapia medicamentosa na admissão, na transição do cuidado e até mesmo na alta hospitalar.  Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde os pacientes são altamente vulneráveis e, a transição do cuidado costuma ser abrupta, essa prática é essencial e deve ser conduzida com precisão técnica pela equipe multidisciplinar e, em especial, por um farmacêutico clínico hospitalar.

O papel essencial do farmacêutico no cuidado do câncer de próstata

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No Brasil, ao menos 239 mil homens poderão ter câncer em 2025, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para o triênio 2023-2025. Entre os tumores, exceto o de pele não melanoma, estima-se que o mais incidente seja o de câncer de próstata (30%). A doença é predominante em todas as regiões, totalizando 72 mil casos novos a cada ano. Entre as causas, os dados apontados pela Estimativa 2023 mostram uma alteração de comportamentos da população associados à urbanização, entre eles: sedentarismo, sobrepeso e obesidade, consumo de álcool e tabaco, consumo de carne processada e baixo consumo de frutas, legumes e verduras. Neste cenário, bem como para a saúde em geral, ganha destaque o papel do farmacêutico como um importante agente para o tratamento e acompanhamento de pacientes.

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O desenvolvimento clínico de medicamentos biológicos e biossimilares é uma etapa essencial que visa avaliar aspectos fundamentais, como farmacocinética, farmacodinâmica, imunogenicidade e segurança desses produtos. Esses elementos são imprescindíveis na determinação da eficácia terapêutica e da segurança do medicamento, influenciando diretamente na sua aprovação regulatória e na confiança dos profissionais de saúde e dos pacientes.

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