10 maneiras de ser um farmacêutico clínico de excelência

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Para você, é suficiente ser bom no que faz em sua área de atuação? Pois saiba que aqueles que prezam a excelência profissional precisam dominar o que se refere à sua área, e muito mais! Eles procuram conhecer mais sobre os segmentos relacionados ao seu setor para atender à demanda do cliente, com qualidade.

Isso funciona da mesma forma com o farmacêutico clínico. Para ter excelência, ele precisa exigir a qualidade máxima em todos os processos que envolvem o cuidado com o usuário de medicamentos, independentemente de onde eles atuem. Para falar sobre o tema, o ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico conversou com o farmacêutico clínico que mantém um consultório em Recife (PE), Diego Medeiros Guedes, e com o farmacêutico e professor do ICTQ, Leonardo Doro Pires. Eles falam sobre as 10 maneiras para ser um farmacêutico clínico de excelência. 

1- Foco no paciente - Há os farmacêuticos clínicos que atuam em ambiente hospitalar, nos consultórios das farmácias e drogarias e no âmbito ambulatorial. No entanto, a visão em qualquer local de atuação deve ser voltada essencialmente às necessidades do paciente. Sua atuação já é imprescindível na composição de uma equipe multidisciplinar nos hospitais e nas grandes redes do varejo. Por isso, não pode haver espaço para disputa de egos com outros profissionais de saúde. Não há tempo para choramingar falta de reconhecimento ou outras coisas do gênero. A saúde do cliente, que passa ser na verdade paciente, deve estar sempre acima de tudo. Quando esse foco está bem resolvido, a excelência em todas os campos do profissional farmacêutico clinico é só uma consequência.

2 – Visão Sistêmica - O varejo farmacêutico está cada vez mais buscando por profissionais que sejam clínicos, gestores, técnicos e líderes, tudo ao mesmo tempo. Para isso, eles precisam desenvolver um senso crítico de todos os processos que o cercam no ambiente de trabalho. Não se faz necessário ser especialista em tudo, mas no mínimo deve-se ter visão sistêmica. Guedes diz que é extremamente difícil encontrar essas quatro qualidades ou habilidades em um só profissional. “Além do mais, caso encontremos essas quatro qualidades, corremos o risco de encontrarmos um profissional pato: nada, anda e voa, e não é reconhecido por sua excelência em nenhuma das três atividades”. Assim, é importante entender e saber qual habilidade potencializa o trabalho como clínico, sem perder de vista as demais qualidades que, em diversas circunstâncias, podem ser muito importantes.

3 – Criatividade – O mercado precisa de excelentes líderes e gestores, mas também procura por profissionais qualificados na clínica farmacêutica e que façam esse serviço acontecer mesmo quando há limitação de recursos. Isso depende da criatividade do farmacêutico e de sua flexibilidade na atuação. Perguntas a serem analisadas: Ainda não tem um consultório? Por que não se sentar com o paciente em um espaço mais reservado da loja para conversar sobre o tratamento dele? Está dispensando MIP no balcão? O que impede um clínico de perguntar ao paciente, de imediato, questões chave para uma anamnese que conduza a uma posterior orientação? Por que não imprimir para cada paciente que passa pela loja, orientações fundamentais sobre o uso racional de medicamentos? Saúde e atenção clínica farmacêutica se fazem em qualquer contexto e circunstâncias. Basta usar um pouco de imaginação e boa-vontade!

4 - Mentalidade aberta a novos conhecimentos – Há uma expressão popular que diz: Pense fora da caixa! Isso ilustra bem o que é ter mente aberta! É pensar de forma diferente, estar aberto às inovações e às novas ideias. Ter mente aberta mostra a capacidade também de mudar de opinião frente ao novo. Muitos entendem a excelência profissional como o status adquirido em sua carreira, e que o torna uma referência naquilo que lhe compete. Ao se tornar uma referência em determinado segmento, o profissional adquire uma autoridade no tema, e por isso é reconhecido no seu meio. Esses têm mente aberta! Esteja aberto às inovações. O farmacêutico clínico de excelência pensa fora da caixa e nunca concluí que já sabe o bastante!

5 – Capacidade de encarar desafios – A sorte existe? Alguns especialistas dizem que sorte é a junção do preparo com a oportunidade. E, convenhamos, só tem sorte quem está preparado e consegue superar os desafios profissionais que, certamente, surgem para todos. Assim, todo profissional que se preza precisa de desafios para que possa amadurecer. A farmácia clínica é uma conjunção de desafios que precisam ser enfrentados. “Desde a década de 1990, o movimento clínico farmacêutico vem se solidificando e ganhando espaço”, diz Guedes. O maior exemplo disso, para ele, é a legislação farmacêutica, principalmente com a publicação das resoluções 585/13 e 586/13, do CFF, que regulamentam a prática clínica e a prescrição farmacêutica – os verdadeiros desafios dessa profissão na atualidade. O farmacêutico clínico de excelência tem encarado esse desafio com coragem e tem prestado um atendimento diferenciado ao usuário de medicamentos, independente das circunstâncias. Assim, ele também tem superado outro desafio importante em sua carreira - o de obter o reconhecimento como um agente de saúde competente.

6 – Liderança no atendimento ao paciente – Tomar a frente dos cuidados com os pacientes traz reconhecimento e mostra liderança. Pires diz: “O farmacêutico precisa se apresentar como profissional de saúde e exercer a autoridade que seus conhecimentos e habilitação lhe conferem”. Assistir passivamente ao balconista (e às vezes até ao caixa) dispensando medicação sem o mínimo de reação é inaceitável para um farmacêutico clínico de excelência.

7 – Não trabalhar de graça – O trabalho de um farmacêutico clínico não deve ser filantrópico. A farmácia pode até oferecer os serviços farmacêuticos gratuitos, mas o farmacêutico clínico deve ser remunerado para tal. Seja pelo cliente ou pelo patrão. “Só o fato de o farmacêutico ser uma referência em determinado conhecimento clínico faz com que atraia a atenção e os olhares para a sua atuação, o que é extremamente positivo para a imagem pessoal do profissional e facilita as negociações”, destaca Guedes. Além disso, tornar-se uma autoridade no assunto permite que seus serviços sejam devidamente cobrados proporcionalmente ao seu valor agregado, e o salário do farmacêutico aumenta. Pensar no resultado faz o farmacêutico traçar planos e cumpri-los. Guedes atende em sua clínica com o foco em pacientes fumantes, no sentido de motivá-los à cessação tabágica. Também atua com os polimedicados, que precisam de intervenção na sua farmacoterapia. Ele rentabiliza seu negócio, embora ainda haja a necessidade constante de divulgação junto a outros profissionais e aos pacientes. Ele cobra R$ 100,00 por consulta (com direito a retorno). Para os pacientes tabagistas, cobra R$ 350,00 num pacote contendo cinco consultas, tendo em vista que dessa maneira há uma maior adesão ao tratamento. Vale lembrar que um farmacêutico que possui capacidade de entrega é cobiçado pelo mercado profissional, se destacando em qualquer empresa onde atue, fazendo dos seus resultados um trampolim salarial e de carreira.

8 – Conhecimento técnico - Para Pires, quando determinado profissional consegue reunir conhecimento técnico aprofundado de sua área, experiência prática e capacidade de entrega, ele atingiu o estágio de excelência: “Na área de farmácia clínica, precisamos inserir a essas características a capacidade de comunicação e relacionamento com o paciente”. Ingressar em uma especialização que ofereça a prática pode ajudar na experiência desse profissional, principalmente em uma pós-graduação em farmácia clínica e uma pós em farmácia hospitalar. A melhor maneira de aplicar os conhecimentos adquiridos é na prática, sobretudo em se tratando da atividade clínica, pois o trato com o paciente vai além do conhecimento técnico adquirido nas folhas do papel.

9 – Pró-atividade – Ser pró-ativo denota que uma pessoa tem atitude, que faz as coisas acontecerem e que se antecipa aos fatos, criando suas próprias oportunidades. O pró-ativo prevê as necessidades e os conflitos e resolve problemas antecipadamente. Pires afirma: “O mercado precisa de farmacêuticos clinicos pró-ativos, inovadores e com capacidade de decisão. Gosto muito de uma frase que um grande empresário do mercado farmacêutico me disse um dia desses - Quando o profissional se propõe a praticar o mais do mesmo, eu me proponho a pagar a ele mais do mesmo”.

10 - Capacitar-se em instituição que ofereça experiência prática - A prática é a chave para o aprendizado e, consequentemente, para o desenvolvimento profissional. “Somos medidos pela régua da prática, e neste cenário a unidade de medida é a entrega”, comenta Pires. Uma especialização que ofereça a aula prática pode propor ao aluno as mais diversas situações profissionais, clínicas ou não, em um ambiente controlado, preparando-o para reagir de maneira adequada aos mais diversos cenários. Atualmente, no Brasil, o ICTQ é o único Instituto a oferecer aulas práticas aos seus alunos de pós-graduação em Farmácia Clínica e Prescrição Farmacêutica para todo o Brasil.

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