Bebê sofre queimadura por medicamento corrosivo

Bebê sofre queimadura por medicamento corrosivo

A administração e monitoramento de medicamentos são procedimentos que devem ser feitos sempre com muita responsabilidade, principalmente, em ambientes hospitalares, pois, muitas vezes, alguns fármacos podem provocar danos graves aos pacientes, caso não sejam utilizados da maneira adequada ou com desatenção. Um exemplo disso aconteceu com uma bebê recém-nascida, a pequena Nicolly, que com quatro dias de vida sofreu uma queimadura no pé após ser atingida pela medicação de um acesso intravenoso que vazou.

O caso aconteceu no Hospital Guarujá, litoral de São Paulo, em 20 de novembro de 2020. Segundo a mãe da criança, Ewellyn dos Santos, ela descobriu a queimadura após pegar a bebê para amamentar.

De acordo com Ewellyn, as enfermeiras de plantão também perceberam o ferimento junto com ela: “Vi uma bolha enorme no pé dela e comecei a chorar”, relatou em entrevista publicada no Portal G1.

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A mãe ainda conta que o acidente gerou muito sofrimento à criança: "Ela chora muito, o tempo todo. Se debate de dor, não pode encostar que ela puxa o pezinho. É uma tortura ver uma filha sofrer tanto", desabafa.

Acidentes podem ser evitados

Nesse sentido, vale reforçar a importância da atuação e da presença de farmacêuticos em ambientes hospitalares, pois, esses profissionais têm amplo conhecimento em farmacologia, podendo contribuir para que esses acidentes sejam evitados.

Esses profissionais podem ajudar com a orientação de pacientes internados e ambulatoriais, bem como a outros colaboradores da unidade de saúde, visando sempre à eficácia terapêutica, racionalização dos custos e uso racional dos medicamentos.

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Estado da bebê

Ainda de acordo Ewellyn, no mesmo dia do ocorrido, a médica pediatra estourou a bolha que havia se formado no pé da bebê. Devido à queimadura, a recém-nascida teve que ser submetida à laserterapia, mas as sessões puderam ser realizadas em domicílio, pois, mãe e filha tiveram alta.

Posicionamento do Hospital

Segundo o G1, por telefone, um representante da unidade de saúde disse que o episódio foi um "acidente corriqueiro nesse tipo de tratamento, em relação aos recém-nascidos e aos idosos".

Nesse sentido, o hospital emitiu uma nota sobre o assunto: "Paciente EPV deu entrada para parto cesárea de urgência em nosso hospital no dia 17/11/20", relata a entidade. O informativo continua: "Ao nascer, a criança apresentou infecção grave transmitida pela progenitora, tendo sido necessária admissão do RN na unidade de terapia intensiva (UTI) neo natal para competente tratamento".

E finaliza: “Ao longo do período de internação, e após agitação do RN, ocorreu a perda do acesso venoso, tendo sido extravasados o soro e medicamentos no tecido adjacente, provocando lesão dos mesmos".

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