Matérias para profissionais da Indústria farmacêutica

Farmacoeconomia define o tratamento?

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Considerada uma ciência nova, a farmacoeconomia está baseada na economia da saúde – especialidade surgida nos países desenvolvidos no período pós-guerra, como uma estratégia para melhorar a eficiência dos gastos no sistema de saúde. Ela pode ser definida como sendo a descrição e a análise dos custos da terapia farmacêutica para os sistemas de assistência à saúde e para a sociedade. A atividade identifica, mede e compara os custos e consequências de produtos e serviços farmacêuticos.

Legislação de propriedade industrial adequada estimula a inovação

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Apesar de o perfil empresarial do brasileiro ser privilegiado por forte carga de criatividade, inventividade e empreendedorismo, a alta taxação e burocracia regulatória dificultam muito o desenvolvimento e lançamento de produtos, principalmente os farmacêuticos.

Empresas apostam no conhecimento in company

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É certo que a atuação dos talentos em uma corporação é fator preponderante para o diferencial competitivo e para a rentabilidade do negócio. A questão é: esse valioso capital humano surge basicamente de um dom instintivo ou nasce de um ambiente inovador, estimulante e desafiador? Os especialistas afirmam que ambas as respostas estariam corretas, e mais: elas se complementam!

Medicamentos são alvos frequentes de roubo

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Segundo a Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), a região Sudeste concentra a maior parte das ocorrências, com quase 82% dos roubos. Entre os Estados, São Paulo lidera o ranking, com 52,4%. Os principais alvos dos criminosos na região são produtos alimentícios, cigarros, eletroeletrônicos e farmacêuticos.

Registro de Medicamentos

As implicações das novas taxas de registro de medicamentos

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É fato que o aumento nas taxas de fiscalização de medicamentos irá impactar todos os elos da cadeia de fabricação desses produtos. Quanto a isso, não há dúvidas, já que a medida foi anunciada em setembro e diversas entidades do setor já posicionaram sobre o assunto. A questão é como essa mudança irá atingir outras áreas, como a regulação e a qualidade...sem falar no alto custo financeiro, que poderá dificultar a entrada de medicamentos genéricos e similares no mercado.

A pílula que mudou o mundo

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“Quando eu era criança, eu e meus irmãos vivíamos correndo e brincado pela rua com meus primos. Lembro-me de uma época em que éramos, ao todo, 32 crianças, entre 3 e 15 anos...eram meus 9 irmãos e irmãs e mais 23 primos e primas de minhas outras três tias. Nós éramos muito felizes”, relembra a aposentada de Diadema (SP), Vera Cristina Coelho, de 76 anos. Apesar de toda a felicidade citada por ela, é fato que essas quatro mulheres (as mães) produziram, em média, oito crianças cada! Isso era muito comum naquela época, mas estava um pouco acima da média de fecundidade medida pelo IBGE, que era de 6,2 filhos por mulher (1940-1950). A discrepância é que essa mesma taxa despencou para 1,77 filho por mulher em 2014.

Inspeções da Anvisa

Inspeções da Anvisa: nervos à flor da pele

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É comum, em todo o ciclo de trabalho do farmacêutico, ele ser cobrado pela qualidade de sua atuação. Isso faz parte de sua rotina e requer certo grau de controle emocional e técnico, porque envolve diretamente a segurança e a saúde da população. No entanto, há determinadas atividades do farmacêutico que realmente o deixam à beira de um ataque de nervos, como as inspeções realizadas pela Anvisa nas indústrias! Brincadeiras à parte, a questão é relativamente séria na medida em que envolve muita tensão nas relações entre os inspetores e os profissionais responsáveis por atendê-los!

Anvisa fala com exclusividade ao ICTQ sobre a RDC 58/13

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Pesquisa do ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação do Mercado Farmacêutico descobriu que 73% das indústrias entrevistadas acreditam que o prazo estipulado pela Anvisa (dezembro de 2015) para o cumprimento da RDC 58/13 é insuficiente. Por conta disso, os laboratórios estão correndo contra o relógio e há murmúrios de que será difícil atender à exigência. Esta resolução estabelece parâmetros para os produtos de degradação em medicamentos com substâncias ativas sintéticas e semissintéticas, classificados como novos, genéricos e similares.

Propriedade Industrial

Quem é favorecido pela Lei de Propriedade Industrial?

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A inovação é a principal estratégia das empresas para promover a competição e ganhar o mercado pelo direito de exclusividade conseguida por meio da proteção da propriedade industrial. Essa proteção é concedida aos inventores de produtos, desenhos industriais e marcas. Isso justifica investir tempo e capital na busca de novos produtos, processos produtivos e aperfeiçoamento das tecnologias existentes. Claro que quem ganha é a população, que tem acesso às inovações, principalmente no mercado farmacêutico. Dentro do ciclo de vida natural de uma tecnologia ou produto, seus preços são mais elevados no início, entretanto, com o passar do tempo eles vão se tornando mais acessíveis e, após a extinção da patente, caem em domínio público. Com isso, no caso da indústria farmacêutica, os genéricos podem ser produzidos a preços menores.

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