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Sinal amarelo para o pequeno empreendedor

Atualmente o mercado varejista de redes de farmácias no Brasil vem passando por um acelerado processo de expansão, o que pode ser observado nos dados apresentados pela Abrafarma: de janeiro a setembro do ano de 2013, as vendas do setor apresentaram crescimento de 13,21 % comparado ao mesmo período do ano anterior.

Durante muito tempo o varejo farmacêutico vem sendo campo próspero para os pequenos empreendedores da área. O setor encontra-se otimista e são grandes as expectativas relacionadas ao varejo farmacêutico, mas apesar de toda euforia e bons resultados um sinal amarelo se acende para as micro e pequenas empresas do ramo.

O motivo desta sinalização de alerta para os pequenos empreendimentos é o aumento da eficiência da cadeia de suprimentos das maiores redes de drogarias e o alto grau de colaboração entre indústrias e estes grandes varejistas, potencializando cada vez mais a expansão dessas “mega” empresas e dando-lhes maior agressividade nas políticas de precificação de seus produtos. Do outro lado deste campo de batalha encontram-se as drogarias e farmácias independentes, na maioria das vezes administradas pelo próprio proprietário, geralmente sem formação ou experiência adequada para tal.

A maioria destes pequenos empreendimentos encontra-se na periferia de grandes cidades e em cidades menores, principais eixos de expansão das maiores redes do ramo, que se estabelecem nessas localidades promovendo uma concorrência implacável frente à gestão empírica de algumas pequenas farmácias e drogarias.

Uma pesquisa publicada pelo ICTQ em parceria com o Instituto Datafolha, elencou quais são, para os clientes, os principais critérios de escolha da farmácia ou drogaria na hora da compra. Os resultados foram: preço (77 %), localização (64 %) e atendimento (33 %).

É notória a importância do fator preço nos dados apresentados e a enfática preocupação relatada em nossa análise conjuntural deriva deste resultado. Para fazer frente à administração empresarial de alta performance praticada pelas grandes redes é preciso que o pequeno empresário aprimore sua gestão. Pois a ineficiência da mesma, com uma administração ineficaz do estoque (perdas de produtos e rupturas nas vendas), falta de controle no fluxo de caixa e falta de planejamento são fatores limitantes para que estes pequenos empreendimentos tenham competitividade. Temos que lembrar que todas essas falhas administrativas vão impactar diretamente na formação de preço de seus produtos.

Somente com a profissionalização da gestão o pequeno empresário terá condições de olhar para os dados apresentados pelo ICTQ e perceber que existem oportunidades de fidelização do cliente que podem ser exploradas, seja no atendimento ou em confortos logísticos derivados da localização da loja. Para o empreendedor preparado, as ameaças tornam-se oportunidades de antecipação de estratégias para reestruturação e reafirmação do seu negócio. Temos certeza absoluta que o pior cenário é aquele que não conhecemos.

Chegou a hora do pequeno empresário arregaçar as mangas, estudar o mercado e planejar o futuro do seu negócio. Temos certeza que caminho a ser seguido passa pela diferenciação e humanização dos serviços prestados.

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