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Consulta farmacêutica aumenta em 50% o faturamento da farmácia

Consulta farmacêutica

A essência da farmácia clínica é tratar gente como gente. Essa é ideia de Angela de Almeida Brites, uma farmacêutica empreendedora que preza o humanismo no atendimento como a essência de seu negócio. Ela constituiu uma farmácia com outros dois sócios: sua irmã, Andréa de Almeida Brites, e seu amigo, Leonardo Aveiro Naymayer. Os três têm a mesma linha de pensamento: juntos são mais fortes. Isso faz de seu estabelecimento uma referência em sua comunidade. Os três fazem atendimento clínico em consultas estabelecidas com hora marcada. Eles não negam seu sucesso por meio do atendimento de excelência. Angela e seus sócios se formaram na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mas ela também atribui sua formação aos estágios aos quais se dedicou, dentre estes, os voluntários, que apresentam um valor inestimável em sua carreira. Baseada nessa trajetória, ela e seus sócios farmacêuticos fundaram, em 2004, a Agafarma Auxiliadora. Conheça um pouco mais sobre esse negócio, que tem gerado lucro e, ainda, tem revertido em benefícios importantes para a comunidade.

ICTQ – O que a senhora considera na sua atuação como farmacêutica?

Angela Brites - Temos em mente que o farmacêutico, por ter uma formação acadêmica forte, tem uma grande responsabilidade social na comunidade em que está inserido. As novas legislações, tanto por parte do Governo Federal como do Conselho Federal de Farmácia (CFF), vêm cobrar e apoiar atividades de farmácia clínica, que já são realidade de longa data em outros países, como Espanha, Canadá, Estados Unidos e Chile. Vivemos um momento de resgate da autoridade técnica na farmácia, com intuito de contribuir para a melhoria no processo do uso racional de medicamentos e dos resultados em saúde.

 ICTQ - Como a Agafarma surgiu em sua trajetória?

Angela Brites - Ter um negócio próprio foi meu sonho, desde o período universitário compartilhado juntamente com minha irmã, Andréa, e meu colega da faculdade, Leonardo, tanto que meu trabalho de conclusão de curso foi a elaboração de um plano de negócios com o objetivo de abrir uma drogaria. No Brasil é muito difícil constituir uma empresa sem associativismo, principalmente, quando se refere à microempresa. Com esse objetivo, ingressamos na Agafarma desde o início do nosso trabalho. E compartilhamos a mesma filosofia: Juntos somos mais! 

ICTQ – O atendimento clínico já era uma realidade desde o início?

Angela Brites - Nossa sociedade já surgiu compartilhando a ideia de ter o humanismo e técnica na abordagem dos clientes da nossa comunidade. Após o engajamento na rede Agafarma, recebemos suporte de cursos e troca de experiências. Participar desse associativismo agregou muito na nossa jornada. Por fim, em 2015, ingressei na Pós-Graduação do ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico. Esse fato, juntamente com as mudanças na legislação por parte do Governo Federal (Lei 13.021) e do CFF (com a RDC 585 e RDC 586), sedimentaram o surgimento da farmácia clínica na Agafarma Auxiliadora. 

ICTQ - Como está configurada a sua farmácia clínica? Quais os serviços são prestados?

Angela Brites - Em agosto de 2016, a Agafarma padronizou os serviços farmacêuticos por meio do Projeto Cuidados Farmacêuticos (CFA). A unidade da Agafarma Auxiliadora foi um dos projetos piloto. Realizamos aplicação de injetáveis, aferição de pressão arterial, glicemia capilar, temperatura corporal, perfuração do lóbulo auricular e acompanhamento farmacoterapêutico. Os atendimentos são realizados com agendamento prévio e também podem ser em domicílio. Vale ressaltar que prescrição farmacêutica não é um serviço, mas um ato possível durante um atendimento de manejo de problema de saúde autolimitado.

ICTQ – Onde são realizadas as consultas?

Angela Brites – As consultas são feitas em local privativo. Nós temos uma sala exclusiva para a realização desse atendimento, que é feito com hora marcada. No local, realizamos a anamnese e acompanhamento farmacoterapêutico de cada paciente e realizamos a prescrição farmacêutica documentada, se necessária. Já a aferição de pressão, mensuração de glicose e aplicação de injetáveis, entre outros, são realizadas em sala separada, destinada apenas aos serviços de saúde.

 ICTQ – Vocês cobram a consulta? Quanto ela custa?

Angela Brites – Sim, as consultas são cobradas, mas os valores dependem do tipo de atendimento. Nossas consultas duram cerca de 30 minutos.

ICTQ – Vocês têm conquistado bons resultados com as consultas?

Angela Brites - Os resultados têm sido muito satisfatórios e nós temos fidelizado os clientes. Eu vejo que nossa farmácia tem se tornado uma referência em saúde na nossa comunidade. Oferecemos as consultas farmacêuticas há um ano. Posso te garantir que, desde sua implantação, a atividade fez crescer o faturamento geral da loja em 50%. Isso é extremamente positivo.

ICTQ - Quais as novas etapas para o crescimento do seu negócio?

Angela Brites - Estamos no aguardo da nova legislação, que pretende ampliar e regulamentar a prestação de serviços na farmácia. Para isso, o farmacêutico, cada vez mais, tem a necessidade de ocupar seu lugar no setor. É um momento de revolução e redimensionamento de nossas atividades no varejo. A farmácia deve e precisa ser vista como um local prestador de serviços e referência de saúde.

A essência da farmácia clínica é tratar gente como gente. Essa é ideia de Angela de Almeida Brites, uma farmacêutica empreendedora que preza o humanismo no atendimento como a essência de seu negócio. Ela constituiu uma farmácia com outros dois sócios: sua irmã, Andréa de Almeida Brites, e seu amigo, Leonardo Aveiro Naymayer. Os três têm a mesma linha de pensamento: juntos são mais fortes. Isso faz de seu estabelecimento uma referência em sua comunidade. Os três fazem atendimento clínico em consultas estabelecidas com hora marcada. Eles não negam seu sucesso por meio do atendimento de excelência. Angela e seus sócios se formaram na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mas ela também atribui sua formação aos estágios aos quais se dedicou, dentre estes, os voluntários, que apresentam um valor inestimável em sua carreira. Baseada nessa trajetória, ela e seus sócios farmacêuticos fundaram, em 2004, a Agafarma Auxiliadora. Conheça um pouco mais sobre esse negócio, que tem gerado lucro e, ainda, tem revertido em benefícios importantes para a comunidade. 

 

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