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Identifique o Perfil dos Consumidores

Pesquisa realizada pelo Datafolha/ICTQ ajuda a traçar as características dos clientes que adquirem produtos de higiene pessoal nas farmácias. O consumo de produtos de higiene pessoal e cosméticos (HPC) no Brasil em farmácias e drogarias está crescendo a cada ano, aponta estudo realizado pelo Datafolha/ICTQ – Pós-Graduação para Farmacêuticos. Trata-se de uma excelente oportunidade de negócio para os estabelecimentos, que precisam conhecer o perfil desses consumidores a fim de desenvolver ações voltadas para eles, evitando a ruptura, treinando os colaboradores e, consequentemente, ampliando as vendas.

Para o especialista em Assuntos Regulatórios na Indústria Farmacêutica, coordenador de assuntos regulatórios em uma das maiores indústrias farmacêuticas do nundo, professor dos cursos de pós-graduação do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade Industrial (ICTQ), Vitor Brandão, o estudo mostra que, atualmente, com a melhoria do poder de compra dos brasileiros, as classes B e C já se mostram como importantes consumidoras dos produtos HPC, com destaque especial à classe C, que representa 40% desses clientes. “Além disso, mostra que boa parte dos consumidores procura as farmácias com o intuito de comprar medicamentos e, também, produtos de higiene e beleza, não havendo assim, a necessidade de se procurar uma loja especializada”. Brandão destaca ainda que, em algumas das principais capitais brasileiras, os consumidores de produtos HPC já estão acima da média nacional, denotando a crescente preocupação dos brasileiros com a beleza e o bem-estar em centros maiores, como São Paulo e Rio de Janeiro. “É importante notar a procura quase homogênea desde os 18 até os 59 anos. Se considerarmos que até a década de 60, momento no qual as pessoas pouco se preocupavam com estética e produtos de beleza e, ainda observarmos que a expectativa de vida dos brasileiros não ultrapassava os 50 anos, hoje, além de se ter uma maior expectativa de vida, o brasileiro considera importante viver com qualidade, sendo a estética um importantíssimo fator relacionado a uma vida saudável”, diz.

Logo, a pesquisa Datafolha/ICTQ traz uma ferramenta a mais para os empresários do segmento, que pode norteá-los e auxiliá-los a traçar estratégias para vender, ainda mais produtos dessas categorias. Isso porque, segundo Brandão, as pessoas não querem apenas estar saudáveis, elas querem sentir-se bem consigo mesmas, querem ter a autoestima elevada. “A pesquisa vem justamente mostrar que é grande a busca dos brasileiros por produtos que auxiliarão nesse processo”.

CHAME ATENÇÃO!

Segundo dados da pesquisa, os produtos que mais chamam a atenção do consumidor ao entrar nos estabelecimentos de saúde, como as farmácias e as drogarias são os seguintes: 52% são atraídos pelos medicamentos e 44% são atraídos pelos cosméticos e produtos de higiene pessoal.

A média nacional de consumo de produtos de higiene pessoal em farmácias e drogarias é de 42%. O estudo traz ainda, as capitais onde os índices estão acima da
média nacional:

64% Curitiba
57% Goiânia
50% Belém
48% Porto Alegre
43% São Paulo e Rio de Janeiro

Já a média nacional de consumo de cosméticos e produtos de beleza em farmácias e drogarias é de 38%. Sendo que as capitais da beleza, ou seja, as cidades onde os índices estão acima da médica nacional, são as seguintes:

50% Goiânia
48% Curitiba
47% Belém
42% São Paulo e Rio de Janeiro
40% Belo Horizonte

CONTRIBUIÇÃO PARA A FARMÁCIA

Por meio das pesquisas realizadas pelo Datafolha/ICTQ, o gestor da farmácia pode absorver várias informações e aplicá-las no PDV. Segundo o especialista, é possível enxergar as oportunidades de negócios em seu estabelecimento, criando espaços para a venda desses produtos e, talvez, focando em alguns pontos especícos que possam ser frágeis. “Por exemplo, a pesquisa mostra que apenas 26% dos homens estão buscando produtos de beleza, porém, sabemos que,atualmente, esse público também se preocupa bastante com sua imagem. Atrair o público masculino a comprar esses produtos pode ser uma grande oportunidade de negócio”, diz.

Brandão destaca que o bom atendimento é um item importante. “Ter uma equipe de atendimento especializada nesse segmento pode garantir a  delização dos clientes, o que também é importante”. Vale lembrar que segundo a pesquisa, da classe A até a classe E, os consumidores estão bem distribuídos, mostrando que o mercado é muito aberto, podendo se trabalhar com produtos de diferentes tipos, desde os mais caros e sofisticados aos mais simples, atendendo assim, a um leque maior de consumidores. Isso, logicamente, depende do foco que o gestor tem para o seu negócio.

CENÁRIO

As categorias de produtos de higiene pessoal e de cosméticos estão passando por uma fase marcante. Segundo Brandão, o cenário não poderia ser melhor. “As vendas estão crescendo nos últimos anos e os consumidores estão cada vez mais exigentes, fazendo com que haja novos produtos chegando ao mercado e que atendam aos mais diferentes anseios. A tendência é que essa preocupação com a beleza e higiene continue crescendo na população, fazendo com que os negócios também continuem aumentando”.

PERFIL
A pesquisa Datafolha/ICTQ traçou o perfil socioeconômico dos consumidores de produtos de beleza em farmácias e drogarias no Brasil. Foi possível observar que as mulheres são as que mais consomem nesses estabelecimentos. E dentre os consumidores, a faixa etária que mais se destaca é a de 26 a 40 anos. Ainda de acordo com o estudo, a classe C é a campeã nesse tipo de consumo, sendo a maioria com escolaridade de nível superior.

CONSUMIDORES DE PRODUTOS DE BELEZA

GÊNERO
- Homens: 43%
- Mulheres: 41%

IDADE
- 18 a 25 anos: 52%
- 26 a 40 anos: 47%
- 41 a 59 anos: 38%
- 60 anos ou mais: 27%

CLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA
- Classe A: 38%
- Classe B: 37%
- Classe C: 40%
- Classe D/E: 25%

ESCOLARIDADE
- Fundamental: 35%
- Médio: 45%
- Superior: 47%

Já o estudo sobre o perfil dos consumidores de produtos de higiene pessoal em farmácias e drogarias do Brasil, apontou que enquanto as mulheres são as maiores consumidoras de cosméticos, os homens são os maiores consumidores de produtos de higiene pessoal. A maioria deles é da classe C, sendo que as classes D e E têm uma crescente representatividade.

CONSUMIDORES DE PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL

GÊNERO
- Homens: 43%
- Mulheres: 41%

IDADE
- 18 a 25 anos: 52%
- 26 a 40 anos: 47%
- 41 a 59 anos: 38%

CLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA
- Classe A: 44%
- Classe B: 45%
- Classe C: 42%
- Classe D/E: 31%

ESCOLARIDADE

- Fundamental: 35%
- Médio: 45%
- Superior: 47%

26% dos homens estão buscando produtos de higiene e beleza, porém, sabemos que, atualmente, esse público também se preocupa bastante com sua imagem. Atrair o público masculino a comprar esses produtos pode ser uma grande oportunidade de negócio.

OPORTUNIDADES

Diante da realidade publicada na pesquisa é possível destacar muitas oportunidades. Segundo Brandão, basta apenas de nir o foco. “Temos o público masculino com grande potencial de se tornar um consumidor mais assíduo, principalmente, de cosméticos. Há algumas regiões do país, nas quais esses produtos não possuem representatividade de venda tão elevada, mas que podem ser exploradas. Há também os locais onde as vendas são maiores, porém, é possível fazer um trabalho de  delização e conquistas de novos clientes”, diz. Entre as di culdades que podem ser superadas está a delização. De acordo com o especialista, para conquistar um cliente nessa área de consumo é preciso conhecê-lo, assim como as necessidades que ele possui. “O cliente não quer mais ser tratado dentro de um grupo, mas sim, de maneira individualizada, portanto, é de suma importância ter uma equipe bem preparada para auxiliar o consumidor na escolha do produto que atenderá seus anseios”, finaliza.

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