ICTQ Matérias +Lidas do site

Coronavírus: Laboratório Aché adia expansão de fábrica

Coronavírus: Laboratório Aché adia expansão de fábrica

| 6342 views

Motivada pela crise sanitária e econômica provocada pela Covid-19, a farmacêutica Aché, uma das maiores do País, anunciou que foi adiada a expansão de sua unidade fabril no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Cabo de Santo Agostinho (PE).

Cientistas criam anticorpo capaz de vencer coronavírus em laboratório

Cientistas criam anticorpo capaz de vencer coronavírus em laboratório

| 6342 views

Pesquisadores holandeses afirmam ter criado um anticorpo monoclonal capaz de bloquear a ação do novo coronavírus (Covid-19) nas células do organismo. O estudo, que está sendo elaborado por cientistas da Universidade de Utrecht, do Erasmus Medical Center e do Harbor BioMed, foi publicado por meio da revista científica Nature Communications, na segunda feira (04/05).

Fiocruz aponta maior eficácia de medicamento injetável contra HIV

Fiocruz aponta maior eficácia de medicamento injetável contra HIV

| 6335 views

Um estudo clínico internacional pioneiro coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) constatou que a utilização do fármaco Cabotegravir injetável a cada oito semanas tem eficácia superior às doses diárias do Truvada na prevenção da infecção pelo HIV. Pesquisa pode indicar novos caminhos para o controle da Aids.

Medicamento é adotado como nova "Pílula do dia seguinte" para Infecções Sexualmente Transmissíveis

Medicamento é adotado como nova "Pílula do dia seguinte" para Infecções Sexualmente Transmissíveis

| 6315 views

À medida que as infecções sexualmente transmissíveis, as ISTs, continuam a aumentar pelo mundo, uma ferramenta promissora para combatê-las tem atraído atenção. Na semana passada, os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) divulgaram um projeto de proposta para recomendar o antibiótico doxiciclina como uma pílula do dia seguinte para ajudar a prevenir infecções por clamídia, sífilis e gonorreia entre pessoas com risco especialmente elevado.

Vírus raro de macaco faz primeira vítima humana na China

Vírus raro de macaco faz primeira vítima humana na China

| 6314 views

O Centro Chinês para Controle e Prevenção de Doenças registrou a primeira morte de um ser humano pelo ‘vírus do macaco’, ou herpes B, revelou o site Viva Bem UOL. A doença é rara e só há um registro de transmissão entre humanos.

Anvisa orienta farmácias sobre cuidados na aplicação de testes nas farmácias

Anvisa orienta farmácias sobre cuidados na aplicação de testes

| 6296 views

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou ontem (11/1) nota técnica com orientações destinadas às farmácias sobre os riscos de exposição ao novo coronavírus (Sars-CoV-2) para equipes e clientes das farmácias. O destaque vai para os procedimentos em relação aos testes rápidos, que já estão sendo aplicados há meses.

O medicamento que como antídoto, tem salvado milhares nos EUA

O medicamento que como antídoto, tem salvado milhares nos EUA

| 6291 views

Na primeira vez que Nathan teve uma overdose, ele tinha 19 anos e estava cercado por sua família. Ninguém sabia o que fazer.

"Foi por oximorfona", um poderoso analgésico opioide, uma droga semissintética, disse Nathan Smiddy (foto) à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.

"É como se alguém apertasse o botão de repente, e você ficasse no escuro. Mas digo isso agora, porque, naquele momento, não me dei conta de nada", lembra Smiddy, natural do Estado americano do Tennessee que hoje mora na Califórnia e acaba de completar 30 anos.

Ele teve sorte: os serviços de emergência chegaram a tempo. A luz voltou. Continuava vivo.

Receba nossas notícias por e-mailCadastre aqui seu endereço eletrônico para receber nossas matérias

Mas Smiddy teve uma segunda overdose tempos depois. Usou fentanil, outro opioide com efeito analgésico e anestésico, e heroína.

Dessa vez, foi salvo por alguém que imediatamente identificou o que estava acontecendo com ele e tinha em mãos a naloxona, uma droga que reverte rapidamente as overdoses de opioides.

Essa segunda chance que teve, além dos vários amigos mortos, o fizeram refletir sobre como estava levando sua vida.

Hoje, Smiddy faz parte do batalhão de voluntários espalhados pelos Estados Unidos que diariamente sai às ruas para educar sobre opioides, ensinar a identificar quando alguém está sofrendo uma overdose e distribuir — e administrar se necessário — o antídoto entre a população em risco.

O antídoto

Mais de 100 mil pessoas morrem a cada ano nos Estados Unidos por overdose, 80 mil delas por uso de opioides, segundo os dados mais recentes do Centro Nacional de Estatísticas de Saúde (NCHS), número que aumentou 850% em duas décadas.

Os opioides são compostos frequentemente prescritos para tratar dor. Embora altamente viciantes, são comumente usados, e seu uso para fins não terapêuticos também é generalizado, devido à sensação de euforia que causam.

Enquanto as autoridades debatem e traçam estratégias para conter o vício crescente, também estão adotando medidas para a "mitigação de danos" — como se diz no jargão médico.

A "mitigação de danos" consiste na distribuição e administração da já mencionada naloxona, um medicamento genérico que o Instituto Nacional de Abuso de Drogas define como um "antagonista opioide".

Ela bloqueia os produtos químicos da família dessas substâncias (heroína, oxicodona, morfina e fentanil, entre outros) e os impede de aderir aos receptores do sistema nervoso.

Trata-se, portanto, de um antídoto que, se administrado a tempo, reverte completamente os efeitos de uma overdose de opioides, ao passo que "praticamente não tem efeito" em pessoas que não tomaram essas substâncias, destaca a Organização Mundial da Saúde.

Na maioria dos países, seu acesso é restrito a profissionais de saúde, e sua disponibilidade continua limitada, embora em alguns, como Austrália, Canadá, Itália ou Reino Unido, esteja disponível gratuitamente.

Nos Estados Unidos, esse medicamento pode ser adquirido em farmácias, tanto na versão injetável (por R$ 16) quanto em spray nasal, um kit de duas doses comercializado sob o nome de Narcan (R$ 255).

publicidade inserida(https://ictq.com.br/pos-graduacao/pos-graduacao-em-farmacia-clinica-e-prescricao-farmaceutica-2-46a)

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) o descrevem como "um medicamento com o poder de salvar vidas" que "pode ser usado por qualquer pessoa sem treinamento ou autorização médica".

Por esse motivo, também é distribuído gratuitamente entre policiais, socorristas, associações comunitárias e organizações que trabalham com moradores de rua e outras populações em risco, por meio de programas estaduais.

Na Califórnia, é possível encontrá-lo nas escolas e, em breve, estará disponível nas bibliotecas públicas.

Há também máquinas de venda automática com a droga em prisões do condado de Los Angeles para aqueles que já cumpriram suas penas.

Isso porque os ex-detentos fazem parte do grupo de risco: entre janeiro de 2019 e junho de 2020, metade dos que morreram após deixar a prisão foram vítimas de overdose de opioides, segundo a Secretaria Estadual de Serviços de Saúde.

Em meados de outubro, o Projeto de Distribuição de Naloxona do Departamento de Serviços de Saúde da Califórnia (DHCS, na sigla em inglês) já havia entregue 1,5 milhão de unidades, com as quais as autoridades afirmam ter evitado mais de 100 mil overdoses. Uma iniciativa com um orçamento de US$ 52 milhões (R$ 270 milhões), entre recursos estaduais e federais.

'Introduza-o no nariz e pressione'

Uma das organizações que recebem naloxona para distribuição direta é a New PATH (Parents for Addiction Treatment and Healing ou Pais para Tratamento e Cura de Vícios, em tradução livre).

Ali, trabalha Nathan Smiddy, que, por sua atuação, é também conhecido como Narcan Nate.

Ele sai para fazer "trabalho de campo" quatro ou cinco dias por semana, muitas vezes com a Humanity Showers, uma ONG que fornece banhos para pessoas em situação de rua em San Diego. "Distribuo dois ou três kits por pessoa, às vezes quatro", explica, lamentando que muitas vezes eles acabam muito rápido.

Mas Smiddy não se limita a entregar as caixas. Primeiro, ensina como identificar uma overdose. São sintomas que não esquece.

"A cabeça dele estava completamente caída", ele descreve um caso. "O cara nem a sentia. Sua pele estava azulada, suas pupilas estavam contraídas, muito pequenas, e ele estava com dificuldade para respirar. Era uma respiração esporádica, ele estava sufocando. Estava por um triz", lembra.

Estes são, um a um, os sinais de envenenamento por opioides, de acordo com o site do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). E os passos a seguir para quem os presencia são:

  • Ligue para o número do serviço de emergência;
  • Administre naloxona, se disponível;
  • Tente manter a pessoa acordada e respirando;
  • Deite-a de lado para evitar que ela sufoque;
  • Fique com ela até a chegada da equipe de emergência.

"Insira-o no nariz e aperte", Smiddy diz àqueles que instrui sobre o uso do Narcan. "Repita o procedimento depois de três minutos. A essa altura, você já terá ligado para o 911. Continue usando o medicamento até a pessoa voltar a si", diz ele, seguindo as instruções das autoridades de saúde.

"Ofereço treinamento individual, a pais com filhos que usam opioides regularmente... A todos que nos procuram", explica.

Questionado se sabe quantas pessoas com overdose conseguiu salvar, Smiddy responde: "Ressuscitamos pessoas toda semana. É como ressuscitar alguém que não sabe que está morrendo".

Visitas como a de Narcan Nate são frequentes no acampamento que pessoas que vivem nas ruas formaram no bairro de Van Nuys, em Los Angeles.

Uma equipe do Departamento de Serviços de Saúde analisa a situação em cada barraca, oferece sanduíches e café e explica como usar o Narcan.

"Começamos a normalizá-lo. Como kits de primeiros socorros, alimentos, roupas... tratamos isso como parte dos cuidados que prestamos", diz Shoshanna Scholar, diretora de mitigação de danos e trabalho comunitário do Departamento de Serviços de Saúde do condado de Los Angeles, em entrevista ao jornal americano Los Angeles Times.

"Todos os dias vejo uma ambulância chegar e levar alguém embora", diz Robert, que mora em uma barraca perto da estação de metrô North Hollywood. "Acontece com muita frequência. É de partir o coração", diz ele, reconhecendo o trabalho dos profissionais de saúde e voluntários.

Apesar disso, nem todos aprovam a estratégia de distribuição de naloxona. Críticos argumentam que isso pode tornar os viciados em opioides mais propensos a correr riscos.

Esse também é o argumento defendido por aqueles que se opõem aos chamados centros de prevenção de overdose ou injeção supervisionada, como o de Nova York, o primeiro autorizado por um governo local nos Estados Unidos.

Aos críticos, Smiddy, que está "limpo" há três anos após consumir opioides e todo tipo de substância "intensa" por oito, diz:

"Tudo o que a naloxona faz é permitir que as pessoas vivam. Você não pode mudar sua vida se estiver morto. É uma questão de compaixão e empatia."

Participe também: Grupo de WhatsApp e Telegram para receber notícias farmacêuticas

Biofármacos estima faturamento de R$ 600 milhões em 2020

Biofármacos estima faturamento de R$ 600 milhões em 2020

| 6289 views

A Bionovis, farmacêutica brasileira que tem como sócios os laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, deve fechar o ano com um faturamento de R$ 450 milhões. A expectativa para 2020 é que a receita suba para R$ 600 milhões. Segundo o presidente executivo da companhia, Odnir Finotti, esse desempenho será alcançado com a operação de uma nova etapa da transferência de tecnologia para o medicamento biológico que a farmacêutica desenvolve com a Fiocruz/Bio-Manguinhos, por meio de Parcerias para Desenvolvimento Produtivo (PDPs).

Vacina falsa contra Covid-19 mobiliza a Anvisa

Vacina falsa contra Covid-19 mobiliza a Anvisa

| 6287 views

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) encaminhou à Polícia Federal denúncia de vacina falsa contra a Covid-19 sendo oferecida em Niterói (RJ). Na quinta-feira (8/10), a PF cumpriu mandado de busca e apreensão em uma empresa que anunciava a comercialização de lotes do produto, informou a CNN Brasil.

Urgente: Brasil terá novo medicamento para o tratamento de osteoporose

Urgente: Brasil terá novo medicamento para o tratamento de osteoporose

| 6285 views

A Biomm acaba de anunciar a divulgação de um acordo de parceria com a indiana Enzene Biosciences para disponibilizar à venda em território nacional, com exclusividade, o medicamento biossimilar teriparatida, indicado para o tratamento de osteoporose. A informação foi divulgada por meio da própria companhia farmacêutica em comunicado à imprensa, hoje (09/11).

Voltar

Contatos

WhatsApp: (11) 97216-0740
E-mail: faleconosco@ictq.com.br

HORÁRIOS DE ATENDIMENTO

Segunda a quinta-feira: das 08h às 17h
Sexta-feira: das 08h às 16h (exceto feriados)

Quero me matricular:
CLIQUE AQUI

Endereço

Escritório administrativo - Goiás

Rua Engenheiro Portela nº588 - 5º andar - Centro - Anápolis/GO 

CEP: 75.023-085

ictq enfermagem e mec
 

Consulte aqui o cadastro da instituição no Sistema e-MEC

PÓS-GRADUAÇÃO - TURMAS ABERTAS