De zero a mil drogarias em sete anos

Antes mesmo de completar uma década, a administradora de redes associativistas de farmácias, Farmarcas, comemora, em 2019, uma história de sucesso que virou livro: De zero a mil Drogarias em Sete Anos. A obra apresenta um modelo de negócio e gestão que vem dando certo, complementado pela valorização das pessoas e seus objetivos. Lançado em agosto, o livro conta a trajetória da empresa desde 2012, com autoria de Renata D’Elia.

Em entrevista exclusiva ao jornalismo do ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico, o presidente da Farmarcas, Edison Tamascia, fala sobre tema e, claro, sobre o êxito do negócio, pautado nos pilares: comprar com eficiência, administrar bem, vender mais e aprender sempre. É assim que a Farmarcas auxilia seus associados a realizar uma melhor gestão e, com isso, atingir seus reais objetivos.

Associativismo

“Geralmente, as pessoas, quando pensam em associativismo, elas relacionam, principalmente, ao comprar bem, ou seja, obter benefícios com compras conjuntas, o que não está errado. Contudo, acreditamos que, para o sucesso de nossas redes e lojas, precisamos muito mais do que isso. É preciso ter o controle da gestão do negócio, podendo tomar decisões assertivas sobre os rumos a serem tomados. Além disso, é preciso ter saída dos produtos e, o que é fundamental (e que as pessoas deixam de lado), é o aprendizado constante”, diz Tamascia.

Segundo o presidente, o mercado não está nem pior nem melhor do que já foi no passado, apenas os desafios são outros e o empresário deve estar preparado para eles. Muitos empresários acreditam que o associativismo só é válido no momento da compra conjunta, quando na verdade, dentro de um processo de administração, ela não representa mais do que 25% da energia que se tem que gastar. É necessário pensar no processo administrativo como um todo.

Reconhecida como a melhor e mais eficiente empresa de gestão de agrupamentos de drogarias do Brasil, a Farmarcas busca diariamente por isso, da mesma maneira que a eficiência em seus processos de gestão. “Se temos esse reconhecimento por parte do mercado ficamos muito felizes, mas nós não nos consideramos isso. Trabalhamos intensamente em busca de desenvolvimento de todos de nossas redes, tendo como propósito ‘cuidar de pessoas para ajudá-las a escrever sua melhor história’”, ressalta Tamascia.

Desde o início, todos da Farmarcas acreditam que cuidar de pessoas é a chave para ser reconhecida positivamente pelos associados, mercado e consumidores. A energia dessas relações pessoais, aliada ao conhecimento e à experiência de mercado, cria a oportunidade de gerar prosperidade. Assim, de acordo com Tamascia, a busca da empresa é cada dia melhorar a vida de centenas de empresários independentes, seus milhares de colaboradores em suas mais de mil farmácias. A Farmarcas gerencia, atualmente, 11 redes associativistas em 24 Estados.

Questionado sobre como surgiu a perspectiva de alçar o associativismo farmacêutico brasileiro a patamares de excelência em gestão e performance, Tamascia afirma acreditar que, desde que se envolveu com o associativismo, teve esse foco. “Para se ter ideia, antes da Farmarcas já tinha dirigido uma rede associativista, tinha transformado uma federação estadual em uma federação nacional de relevância, já tinha sido um palestrante com relativo sucesso, já tinha me tornado colunista das principais revistas do segmento e já conseguia viver com um relativo conforto com a atividade de presidente da Febrafar”, referindo-se à  Federação Brasileira das Redes Associativistas Independentes de Farmácias.

Entretanto, viver confortável demais não é algo que lhe agrada, por isso Tamascia enxergou que tinha pela frente mais um desafio. Não que ele soubesse, mas entre a concepção da ideia e execução da primeira loja da rede Ultra Popular foram exatos seis meses. O presidente sempre acreditou que a vida é um ato de cooperação e não um ato de competição.

O primeiro passo

Quando idealizou montar a rede Ultra Popular, que foi o embrião para a existência do que é hoje a Farmarcas, o objetivo de Tamascia era de cooperação. “Eu não queria montar uma associação para competir com as que já existiam e não tinha a intenção de ganhar dinheiro com essa atividade, minha proposta era ajudar as redes a ganhar dinheiro sem nenhum custo adicional”, revela.

O modelo teve resultado quase imediato com a montagem das primeiras lojas, principalmente, pela qualidade da equipe que se tinha incorporado ao projeto e, sobretudo, porque, pela primeira vez, o presidente teve a oportunidade de colocar em prática tudo aquilo que desenvolvera na Febrafar. Tamascia sabia que não poderia desistir do projeto.

Naquele momento houve mais uma guinada: a rede Ultra Popular deixava de ser uma rede de propriedade da Febrafar para ser uma rede afiliada à Febrafar, com estatuto próprio, diretoria própria, equipe própria e todo o necessário para uma rede funcionar.

O início da Farmarcas se deu dentro da Febrafar, com a ajuda de uma estrutura que já existia. Contudo, todos os custos da federação para a montagem da rede foram reembolsados, ou seja, Tamascia reitera que em nenhum momento ocorreu qualquer prejuízo à federação. Diante disso, é de se imaginar que se deixou de cooperar e passou-se a competir, mas “essa é uma meia verdade. Para as redes que quiseram, e várias quiseram, continuar com o mesmo modelo de negócio, nós continuamos. Isso significa que devolvemos 40% do valor da mensalidade para a rede que traz um associado para nosso projeto”, transparece o presidente.

Faturamento

A expectativa de faturamento da Farmarcas para 2019 é de três bilhões de reais. De acordo com Tamascia, desde o início se buscou expandir os horizontes, assim como buscar empresários com perfil de atuar no modelo de negócio proposto. Por não perder a fé na cooperação, mesmo com esse pequeno percalço, Tamascia resolveu que todo o espírito que o associativismo lhe proporcionou deveria ser canalizado para montar a maior e mais relevante rede associativista do segmento farmacêutico brasileiro.

“Não sei, de verdade, se conseguimos isso ou se um dia vamos conseguir, até porque temos muitas redes afiliadas à Febrafar com trabalhos muito relevantes para seus associados. No entanto, tenho certeza de que, de 2012 até hoje, sete anos após o surgimento da primeira loja da Ultra Popular e cinco anos depois da concepção da Farmarcas, nós revolucionamos o varejo farmacêutico. Saímos de um faturamento zero para ser o quarto maior grupo farmacêutico brasileiro. Saímos de um espaço de menos de 50 metros quadrados com três funcionários em 2012, para mais de 120 funcionários e um espaço superior a 1.900 metros quadrados”, comemora o presidente.

Contudo, o que mais lhe orgulha é o índice de aprovação junto aos associados, superior a 95%. Tamascia não tem dúvida de que a Farmacas atingiu seu objetivo, e a cooperação continua sendo o melhor caminho para atingir o sucesso. A administradora de farmácias é pautada em 100% do tempo e das suas atividades na cooperação.

Segundo Tamascia, a projeção é o crescimento constante e sustentável. Atualmente, há fortes sinais de expansão. As lojas da Farmarcas ainda têm muitas oportunidades para ampliar mais ainda seu espaço no gosto dos consumidores, assim como também há uma equipe profissional e focada.

“Não importa o contexto socioeconômico ou político, não importa para onde o vento sopra. Queremos e podemos mais. Todos os colaboradores e associados estão juntos nessa missão. E o mundo do associativismo farmacêutico brasileiro tem muito a ganhar com nossos esforços coletivos”, antecipa o presidente.

Desafios

Nesses sete anos foram muitos os desafios, tendo os de ordem pessoal e os de grupo, no entanto, Tamascia afirma que o maior desafio é motivar sempre as pessoas a acreditarem que podem fazer diferente. O modelo de gestão da Farmarcas busca mudar a mentalidade do empresariado para que deixe de lado o ‘vitimismo’ - que é comum em muitas áreas do empreendedorismo nacional - para que se tornem protagonistas em seus negócios e em suas vidas. Isso se observa com os resultados dos associados e as mudanças, que são muitas. Algumas dessas mudança podem ser vistas no livro De zero a mil Drogarias em Sete Anos.

“Nele temos o princípio de levar esse conhecimento para um grande número de leitores. A obra tem distribuição gratuita aos parceiros e associados, mas também pode ser adquirida por todos os interessados por meio de ebook e audiolivro, ou pelo site www.livro.farmarcas.com.br”, fala Tamascia.

O presidente faz questão de ressaltar que o futuro é estar sempre em busca pela evolução, proporcionando à sociedade um modelo de associativismo sustentável e que possa ser replicado, cuidar de pessoas para ajudá-las a escrever sua melhor história.

De zero a mil drogarias em sete anos

Nascida há sete anos, a Farmarcas saiu do zero e chegou a mil lojas, com previsão de faturamento anual de três bilhões de reais em 2019, levando a sério a missão de alçar o associativismo farmacêutico brasileiro a patamares de excelência em gestão e performance. Atualmente, seu modelo de negócios e seus resultados desafiam os grandes players tradicionais, atestando também que é possível vencer fora do modelo capitalista mais predatório, levando prosperidade real a seus associados em todo o Brasil.

A empresa apoia as pessoas e constrói relações ricas com associados, funcionários e parceiros comerciais. Ela encabeça o associativismo 4.0 – moderno, inovador e capaz de gerar valor a todas as pontas da cadeia, que prova seu valor para o desenvolvimento econômico do Brasil. Tudo isso faz parte de uma sinergia real, que é apresentada no livro sobre a Farmarcas.

“A ideia de escrever o livro nasceu da percepção de que tínhamos algo importante a contar, que iria agregar um novo conhecimento ao leitor. Repetindo: nosso modelo prioriza pontos importantes para empresas, com os seguintes pilares: comprar com eficiência, administrar bem, vender mais e aprender sempre. O livro traz à tona, sem rodeios, de forma leve e acessível, a história de uma empresa que se construiu à sua própria maneira, com base na experiência bem-sucedida, na visão de mundo arrojada e na trajetória original da empresa, como também na competência, persistência e comprometimento de seus principais executivos”, assegura Tamascia.

Os grandes méritos da Farmarcas não estão apenas em seus diferenciais de mercado e nas relações altamente produtivas com a indústria e a cadeia de distribuição, ou mesmo na força das marcas que pertencem ao seu guarda-chuva corporativo. A Farmarcas é uma empresa que apoia as pessoas e constrói relações ricas com associados, funcionários e parceiros comerciais.

Entrevista com o fundador da Farmarcas. Assista o vídeo: 

 

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