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Como trabalham os farmacêuticos ricos da Suíça

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A Suíça é de causar inveja para a grande maioria dos brasileiros. É um dos países mais ricos do mundo e seu PIB per capita anual gira em torno de R$ 250 mil (o do Brasil é cerca de R$ 27 mil), com dados de 2105. Sua produção industrial é baseada no segmento farmacêutico, de produtos lácteos, relógios e máquinas.

As 11 ferramentas de garantia da qualidade na indústria farmacêutica

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A partir da década de 1950, com o advento da moderna administração, surgiram métodos que visavam sistematizar os processos de produção de forma a assegurar a qualidade dos produtos, sistemas e processos. “Com a evolução dos conceitos e técnicas de gestão da qualidade, passando dos moldes de inspeção de produto, dos controles estatísticos de processos e da qualidade, gestão integrada e, finalmente, da excelência da gestão, novas metodologias foram sendo incorporadas como instrumentos de melhoria e mensuração que permitem objetivamente analisar e aperfeiçoar os processos”, destaca Sara Prado, consultora especialista em Gestão Integrada da Qualidade com as Boas Práticas de Fabricação e professora da ICTQ.

Coronavírus atinge outros órgãos antes de afetar pulmão

Coronavírus atinge outros órgãos antes de afetar pulmão

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Estudo desenvolvido na Alemanha sugere que o novo coronavírus pode permanecer na boca e no nariz uma semana antes de atingir o pulmão. E continua nas fezes mesmo depois de não haver sintomas, indicando que ele se replica no trato gastrointestinal. Embora a pesquisa não seja conclusiva, os cientistas afirmam que o documento coloca as estratégias de contenção da Covid-19 em perspectiva.

Os 6 argumentos de quem não pratica a Atenção Farmacêutica

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Você, farmacêutico que atua no varejo, é daqueles que engrossam o coro dos que têm medo de exercer a atenção farmacêutica em sua plenitude, com receio de errar na execução? A pergunta pode até parecer jocosa para muitos... mas saiba que há um contingente de profissionais que evita a prática da atenção farmacêutica por alguns motivos facilmente compreensíveis. Se você é um deles, vai se reconhecer. Entenda as alegações:

Coronavírus: farmacêuticos devem receber por insalubridade e trabalhar com EPI

Coronavírus: farmacêuticos devem receber por insalubridade e trabalhar com EPI

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Em tempos de pandemia, os farmacêuticos são o principal grupo de risco de contato e contágio pelo coronavírus (Covid-19). Dentre todos os profissionais de saúde, incluindo enfermeiros e médicos, são os farmacêuticos, os mais expostos nas mais de 80 mil farmácias e drogarias distribuídas em todo o País.

Os desafios do PATE para a indústria farmacêutica

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Com a adoção da RDC nº 73/2016 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os procedimentos para efetuar mudanças pós-registro ou de cancelamento de registro de medicamentos sofreram alterações e incluíram uma novidade, o Parecer de Avaliação Técnica da Empresa (PATE). É um documento de apreciação crítica e multidisciplinar a ser realizado pela empresa detentora do registro destacando a mudança pretendida para o medicamento. “O PATE deve assegurar, de forma objetiva, que foram realizados e aprovados os procedimentos apresentados para a autoridade sanitária com a finalidade de manutenção dos parâmetros de qualidade, segurança e eficácia do produto”, afirma a agência reguladora.

RDC 17/10, sobre boas práticas de fabricação de medicamentos, comentada

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A publicação da RDC 17, de 16 de abril de 2010, é um importante marco regulatório ao fortalecer, por um lado, as ações de Vigilância Sanitária e, por outro, instruir o desenvolvimento industrial ao definir os requisitos mínimos a serem considerados para a fabricação de medicamentos em conformidade com Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos (BPF). Essa normativa fortalece conceitos de segurança técnico-jurídica ao esclarecer critérios mínimos a serem observados.

Clínica farmacêutica em casos de Febre Amarela

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Até o fechamento desta matéria, em 31 de janeiro de 2017, o Brasil já havia confirmado 42 mortes por febre amarela, com 555 casos notificados pelo Ministério da Saúde. Os locais mais atingidos foram Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Bahia e Distrito Federal, mas a doença pode chegar a mais Estados brasileiros.

Todo farmacêutico deveria ser chamado de doutor?

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Por diversas vezes presenciei discussões, muitas delas acirradas, sobre o “pseudônimo” de Doutor atribuído pela população a médicos e advogados, mesmo que estes não tenham defendido uma tese num programa de doutorado. O hábito de chamar advogados e médicos de Doutor vem do período colonial. Nessa época, o termo era utilizado para se referir aos que tinham estudado fora do país, e a maioria dos jovens ricos cursavam medicina ou direito. O fato que me fez escrever este artigo é que, ainda hoje, os médicos continuam sendo chamados de Doutor. Essa tradição é reforçada por boa parte dessa classe profissional, que usa o termo em cartões de visita, placas de identificação, perfis nas redes sociais e, inclusive, ao se referirem a outros médicos. Visto isso, lhe pergunto: nós, farmacêuticos, também devemos nos autodenominar Doutores?

Agora é lei: prescrição farmacêutica de suplementos se torna obrigatória

Agora é lei: prescrição farmacêutica de suplementos se torna obrigatória

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O município de Campina Grande, na Paraíba, tornou obrigatória a prescrição por farmacêuticos dos receituários para suplementos nutricionais. Por meio da lei municipal 7.527/20, sancionada pelo prefeito Romero Rodrigues, a normativa estabelece critérios para a dispensação em estabelecimentos que comercializam esses produtos naquela cidade.

Conheça Elane Mendes – A farmacêutica empreendedora da Farmácia Clínica

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Você já parou para refletir sobre as oportunidades que a farmácia clínica propõe para farmacêuticos e empresários do setor? Já imaginou o quanto um consultório farmacêutico pode fazer a diferença nos resultados, na qualidade dos serviços prestados e na fidelização de clientes / pacientes nas farmácias e drogarias?

Consulta farmacêutica

Consulta farmacêutica aumenta em 50% o faturamento da farmácia

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A essência da farmácia clínica é tratar gente como gente. Essa é ideia de Angela de Almeida Brites, uma farmacêutica empreendedora que preza o humanismo no atendimento como a essência de seu negócio. Ela constituiu uma farmácia com outros dois sócios: sua irmã, Andréa de Almeida Brites, e seu amigo, Leonardo Aveiro Naymayer. Os três têm a mesma linha de pensamento: juntos são mais fortes. Isso faz de seu estabelecimento uma referência em sua comunidade. Os três fazem atendimento clínico em consultas estabelecidas com hora marcada. Eles não negam seu sucesso por meio do atendimento de excelência. Angela e seus sócios se formaram na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mas ela também atribui sua formação aos estágios aos quais se dedicou, dentre estes, os voluntários, que apresentam um valor inestimável em sua carreira. Baseada nessa trajetória, ela e seus sócios farmacêuticos fundaram, em 2004, a Agafarma Auxiliadora. Conheça um pouco mais sobre esse negócio, que tem gerado lucro e, ainda, tem revertido em benefícios importantes para a comunidade.

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